Publicação
Prolongamento de horário e satisfação profissional dos professores
| Resumo: | Pretende-se com este trabalho apresentar os principais fatores que contribuem para explicar as vivências de mal – estar e de bem – estar dos docentes. Desenvolvemos uma perspetiva integradora, de carácter transacional e cognitivista, onde explicamos as relações ocorridas entre as situações indutoras de mal – estar, as experiencias de mal – estar, as estratégias de respostas e as consequências das mesmas no ambiente de trabalho. Propomo-nos fazer uma introdução ao estudo de algumas das principais emoções de mal – estar, referindo a sua relevância em termos de níveis de incidência e de custos individuais e sociais, indicando alguns dos fatores, pessoais, interpessoais, organizacionais e sociais, que contribuem para uma expressão tão marcada destes problemas na docência. Contudo, ressalvamos nesta abordagem os fatores que conduzem muitos professores a conseguirem reagir adaptativamente face às dificuldades profissionais desenvolvendo situações de bem estar. Salientamos neste estudo que a baixa frequência de crianças no Pré Escolar, levou à necessidade de um alargamento de horário, indo ao encontro das necessidades das famílias, sendo acrescida à Componente Pedagógica a Componente de Apoio à Família no Pré Escolar. Similarmente acresceu à componente letiva a componente de enriquecimento curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico. Procuramos, com este estudo, contribuir para uma perspetiva atuante e profilática verdadeiramente capaz de ajudar os professores a prevenir o mal-estar, de agir face aos principais indicadores de mal-estar e, fundamentalmente, a tornarem-se promotores de bem-estar do docente. |
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| Autores principais: | Gaspar, Aida Maria Lameirão Teixeira |
| Assunto: | Horários Professores Satisfação profissional |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | Pretende-se com este trabalho apresentar os principais fatores que contribuem para explicar as vivências de mal – estar e de bem – estar dos docentes. Desenvolvemos uma perspetiva integradora, de carácter transacional e cognitivista, onde explicamos as relações ocorridas entre as situações indutoras de mal – estar, as experiencias de mal – estar, as estratégias de respostas e as consequências das mesmas no ambiente de trabalho. Propomo-nos fazer uma introdução ao estudo de algumas das principais emoções de mal – estar, referindo a sua relevância em termos de níveis de incidência e de custos individuais e sociais, indicando alguns dos fatores, pessoais, interpessoais, organizacionais e sociais, que contribuem para uma expressão tão marcada destes problemas na docência. Contudo, ressalvamos nesta abordagem os fatores que conduzem muitos professores a conseguirem reagir adaptativamente face às dificuldades profissionais desenvolvendo situações de bem estar. Salientamos neste estudo que a baixa frequência de crianças no Pré Escolar, levou à necessidade de um alargamento de horário, indo ao encontro das necessidades das famílias, sendo acrescida à Componente Pedagógica a Componente de Apoio à Família no Pré Escolar. Similarmente acresceu à componente letiva a componente de enriquecimento curricular no 1º Ciclo do Ensino Básico. Procuramos, com este estudo, contribuir para uma perspetiva atuante e profilática verdadeiramente capaz de ajudar os professores a prevenir o mal-estar, de agir face aos principais indicadores de mal-estar e, fundamentalmente, a tornarem-se promotores de bem-estar do docente. |
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