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Estudo sobre a qualidade de vida em cuidadores formais e informais de idosos e o efeito da estimulação cognitiva em idosos com demência

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com o envelhecimento da população, aumenta a necessidade de assistência ao idoso, que pode ser feita, tanto pela família, como por profissionais. No entanto, na maior parte das vezes, o ato de “cuidar” torna-se uma tarefa difícil, exigindo grandes mudanças na vida de quem cuida, levando a elevados níveis de ansiedade, sobrecarga física e psicológica. O presente estudo tem como objetivo geral avaliar a qualidade de vida de cuidadores informais e cuidadores formais de idosos, através do questionário da autoria da World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-BREF), desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde. Este objeto de estudo contou com 50 participantes, dos quais 25 cuidadores informais e 25 cuidadores formais, do sexo feminino, sendo 40% (n=10) solteiras e 60% (n=15) casadas. De modo a verificar se existiam diferenças estatisticamente significativas nos níveis de qualidade de vida, de acordo com o questionário proposto pela WHOQOL-BREF (domínio físico, domínio psicológico, domínio, relações sociais, domínio ambiente, perceção geral da qualidade de vida, perceção geral de saúde e qualidade de vida), em função do grupo dos cuidadores informais e dos cuidadores formais, recorreu-se a análises de variância multivariada (MANOVA). Os resultados evidenciam que os cuidadores formais têm níveis de qualidade de vida mais elevados que os cuidadores informais. Apenas na perceção geral da qualidade de vida é que não se verificou um efeito significativo, relativamente ao tipo de cuidador.
Autores principais:Ribeiro, Paula Alexandra Teixeira
Assunto:Idosos Qualidade de vida Cuidadores informais Cuidadores formais
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Com o envelhecimento da população, aumenta a necessidade de assistência ao idoso, que pode ser feita, tanto pela família, como por profissionais. No entanto, na maior parte das vezes, o ato de “cuidar” torna-se uma tarefa difícil, exigindo grandes mudanças na vida de quem cuida, levando a elevados níveis de ansiedade, sobrecarga física e psicológica. O presente estudo tem como objetivo geral avaliar a qualidade de vida de cuidadores informais e cuidadores formais de idosos, através do questionário da autoria da World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-BREF), desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde. Este objeto de estudo contou com 50 participantes, dos quais 25 cuidadores informais e 25 cuidadores formais, do sexo feminino, sendo 40% (n=10) solteiras e 60% (n=15) casadas. De modo a verificar se existiam diferenças estatisticamente significativas nos níveis de qualidade de vida, de acordo com o questionário proposto pela WHOQOL-BREF (domínio físico, domínio psicológico, domínio, relações sociais, domínio ambiente, perceção geral da qualidade de vida, perceção geral de saúde e qualidade de vida), em função do grupo dos cuidadores informais e dos cuidadores formais, recorreu-se a análises de variância multivariada (MANOVA). Os resultados evidenciam que os cuidadores formais têm níveis de qualidade de vida mais elevados que os cuidadores informais. Apenas na perceção geral da qualidade de vida é que não se verificou um efeito significativo, relativamente ao tipo de cuidador.