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Lesões observadas no aparelho urinário de bovinos abatidos para consumo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A falta de informação relativa às alterações patológicas do aparelho urinário de bovinos abatidos para consumo, despoletou a necessidade de se realizar em matadouro a classificação e registo das mesmas, com o propósito de determinar a prevalência e o tipo de lesões presentes. Os dados foram obtidos de uma amostra de 2132 bovinos, dos quais 32,6% eram de aptidão leiteira e 67,4% de aptidão cárnea. Observou-se apenas um único caso de patologia congénita, correspondente a uma displasia renal. Como anomalias adquiridas registaram-se 1101 casos (83%), das quais os processos inflamatórios foram o tipo de patologia mais comum (33,8%) e as neoplasias o menos observado (0,1%). A existência de patologia urinária observou-se com maior frequência em bovinos entre os 5 e os 6 anos de idade, no grupo de fêmeas das raças autóctones: Mertolenga (84,1%) e Alentejana (84%).
Autores principais:Andrade, Joana Daniela Miranda
Assunto:Matadouro Inspeção de carnes Sistema urinário Lesões Saúde pública Inspeção sanitária
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:A falta de informação relativa às alterações patológicas do aparelho urinário de bovinos abatidos para consumo, despoletou a necessidade de se realizar em matadouro a classificação e registo das mesmas, com o propósito de determinar a prevalência e o tipo de lesões presentes. Os dados foram obtidos de uma amostra de 2132 bovinos, dos quais 32,6% eram de aptidão leiteira e 67,4% de aptidão cárnea. Observou-se apenas um único caso de patologia congénita, correspondente a uma displasia renal. Como anomalias adquiridas registaram-se 1101 casos (83%), das quais os processos inflamatórios foram o tipo de patologia mais comum (33,8%) e as neoplasias o menos observado (0,1%). A existência de patologia urinária observou-se com maior frequência em bovinos entre os 5 e os 6 anos de idade, no grupo de fêmeas das raças autóctones: Mertolenga (84,1%) e Alentejana (84%).