Publicação
Avaliação fitossanitária e da condição de risco da floresta urbana de Braga
| Resumo: | Com o aumento populacional e consequente expansão das áreas urbanas, as autarquias têm demonstrado um maior interesse em aprimorar, ampliar e preservar a área de floresta urbana. Devido ao interesse em manter os espaços verdes em boas condições fitossanitárias, existe uma demanda por métodos eficazes para a manutenção dos mesmos, a fim de ser possível usufruir dos seus benefícios, mas com baixos riscos. O crescimento das árvores e as intervenções realizadas nestas, inevitavelmente, apresentam riscos, pelo que surge a necessidade de efetuar avaliações periódicas de fitossanidade para uma melhor compreensão e minimização dos perigos inerentes. O trabalho desenvolvido na presente dissertação teve em consideração o inventário de quatro locais na cidade de Braga, contemplando uma amostra de 255 árvores, com o objetivo final de abordar as problemáticas mencionadas anteriormente. O principal método de avaliação de árvores usado foi o VTA (Visual Tree Assessment). As avaliações visuais de árvores da amostra foram meticulosamente observadas, no sentido de sinais ou sintomas de fragilidade, a fim de corrigi-los e restabelecer o equilíbrio das árvores. Esta avaliação não se limitou apenas à análise visual, tendo sido incluídos na análise parâmetros dendrológicos e dendrométricos da árvore e, quando necessário, recorreu-se ao uso de equipamento específico, como o resistógrafo, para diagnosticar defeitos no lenho. Nas árvores avaliadas foi possível sinalizar cinco (2,0%) em condições decrépitas; no entanto, identificámos 176 (69,0%) em bom estado fitossanitário, de acordo com os parâmetros previamente estabelecidos. As propostas de intervenção obtidas para este conjunto de árvores variaram, sendo que em 87 (34,1%) dos casos, recomendou-se podas específicas para cada espécime, e em 6 (2,4%), propôs-se o abate e/ou substituição. O presente estudo e as respetivas conclusões centram-se essencialmente em propostas fundamentadas que buscam soluções para melhorar a condição global da floresta urbana de Braga, podendo ainda ser aplicáveis em situações futuras semelhantes. |
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| Autores principais: | Silva, Rodrigo Manuel Sousa de Albergaria e Leite |
| Assunto: | Visual Tree assessment Diagnósticos fittosanitários |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | Com o aumento populacional e consequente expansão das áreas urbanas, as autarquias têm demonstrado um maior interesse em aprimorar, ampliar e preservar a área de floresta urbana. Devido ao interesse em manter os espaços verdes em boas condições fitossanitárias, existe uma demanda por métodos eficazes para a manutenção dos mesmos, a fim de ser possível usufruir dos seus benefícios, mas com baixos riscos. O crescimento das árvores e as intervenções realizadas nestas, inevitavelmente, apresentam riscos, pelo que surge a necessidade de efetuar avaliações periódicas de fitossanidade para uma melhor compreensão e minimização dos perigos inerentes. O trabalho desenvolvido na presente dissertação teve em consideração o inventário de quatro locais na cidade de Braga, contemplando uma amostra de 255 árvores, com o objetivo final de abordar as problemáticas mencionadas anteriormente. O principal método de avaliação de árvores usado foi o VTA (Visual Tree Assessment). As avaliações visuais de árvores da amostra foram meticulosamente observadas, no sentido de sinais ou sintomas de fragilidade, a fim de corrigi-los e restabelecer o equilíbrio das árvores. Esta avaliação não se limitou apenas à análise visual, tendo sido incluídos na análise parâmetros dendrológicos e dendrométricos da árvore e, quando necessário, recorreu-se ao uso de equipamento específico, como o resistógrafo, para diagnosticar defeitos no lenho. Nas árvores avaliadas foi possível sinalizar cinco (2,0%) em condições decrépitas; no entanto, identificámos 176 (69,0%) em bom estado fitossanitário, de acordo com os parâmetros previamente estabelecidos. As propostas de intervenção obtidas para este conjunto de árvores variaram, sendo que em 87 (34,1%) dos casos, recomendou-se podas específicas para cada espécime, e em 6 (2,4%), propôs-se o abate e/ou substituição. O presente estudo e as respetivas conclusões centram-se essencialmente em propostas fundamentadas que buscam soluções para melhorar a condição global da floresta urbana de Braga, podendo ainda ser aplicáveis em situações futuras semelhantes. |
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