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O processo construtivo em arquitetura paisagista: o caso do Parque da Maia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A dissertação reflete sobre o processo construtivo em arquitetura paisagista, tendo-se utilizado como caso de estudo um parque urbano situado no centro da cidade da Maia. Pretende-se entender em que medida os diferentes intervenientes – Dono da Obra – Projetista – Fiscalização - Construtor – atuam ao longo do processo construtivo. Para se atingir este objetivo faz-se a caracterização e acompanhamento das várias fases associadas ao processo construtivo, nomeadamente a elaboração do projeto e a seleção de construtor. Paralelamente far-se-á uma pesquisa bibliográfica que visa a obtenção e consolidação de dados sobre os processos e as boas práticas construtivas, assim como a reflexão sobre a ação dos intervenientes que integram o processo. Tendo por base os dados recolhidos nas várias fases, conclui-se que a elaboração de um Manual de Fiscalização poderá constituir uma ferramenta que permita a realização de projetos de integração paisagística de acordo com as boas práticas e técnicas construtivas e a normativa em vigor. Tratando-se de um projeto de um parque público urbano, e atendendo às suas características, o Manual de Fiscalização incidirá sobre três das áreas fundamentais para a instalação de projetos de integração paisagística e que são: movimento de terras, material vegetal e rede de rega. Este Manual apresenta esquemas, imagens, ferramentas de trabalho e outras informações de modo sinóptico e diagramático que permitem uma fácil, imediata e rápida leitura pelos técnicos de Fiscalização de obras. No sentido de se avaliar a pertinência e conteúdos do Manual de Fiscalização efetuaram-se consultas a peritos: Arquitetos Paisagistas, Engenheiros Agrónomos e Engenheiros Civis que desenvolvem a prática profissional em estabelecimentos de ensino superior, entidades municipais e empresas de projeto, de fiscalização e de construção. Os peritos através dos seus comentários e indicações permitiram aferir os elementos produzidos. Por fim, expõem-se as conclusões sobre como decorrem habitualmente os processos construtivos de parques urbanos, tal como o modo como os diferentes intervenientes atuam e a pertinência do Manual de Fiscalização – Arquitetura Paisagista | Revestimento Vegetal e Rede de Rega.
Autores principais:Coutinho, Soraia Cristina de Almeida
Assunto:Processos construtivos Arquitetura Paisagista Projetistas Construtores Fiscalização
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:A dissertação reflete sobre o processo construtivo em arquitetura paisagista, tendo-se utilizado como caso de estudo um parque urbano situado no centro da cidade da Maia. Pretende-se entender em que medida os diferentes intervenientes – Dono da Obra – Projetista – Fiscalização - Construtor – atuam ao longo do processo construtivo. Para se atingir este objetivo faz-se a caracterização e acompanhamento das várias fases associadas ao processo construtivo, nomeadamente a elaboração do projeto e a seleção de construtor. Paralelamente far-se-á uma pesquisa bibliográfica que visa a obtenção e consolidação de dados sobre os processos e as boas práticas construtivas, assim como a reflexão sobre a ação dos intervenientes que integram o processo. Tendo por base os dados recolhidos nas várias fases, conclui-se que a elaboração de um Manual de Fiscalização poderá constituir uma ferramenta que permita a realização de projetos de integração paisagística de acordo com as boas práticas e técnicas construtivas e a normativa em vigor. Tratando-se de um projeto de um parque público urbano, e atendendo às suas características, o Manual de Fiscalização incidirá sobre três das áreas fundamentais para a instalação de projetos de integração paisagística e que são: movimento de terras, material vegetal e rede de rega. Este Manual apresenta esquemas, imagens, ferramentas de trabalho e outras informações de modo sinóptico e diagramático que permitem uma fácil, imediata e rápida leitura pelos técnicos de Fiscalização de obras. No sentido de se avaliar a pertinência e conteúdos do Manual de Fiscalização efetuaram-se consultas a peritos: Arquitetos Paisagistas, Engenheiros Agrónomos e Engenheiros Civis que desenvolvem a prática profissional em estabelecimentos de ensino superior, entidades municipais e empresas de projeto, de fiscalização e de construção. Os peritos através dos seus comentários e indicações permitiram aferir os elementos produzidos. Por fim, expõem-se as conclusões sobre como decorrem habitualmente os processos construtivos de parques urbanos, tal como o modo como os diferentes intervenientes atuam e a pertinência do Manual de Fiscalização – Arquitetura Paisagista | Revestimento Vegetal e Rede de Rega.