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Reviver o passado em Rio de Onor

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação de mestrado trata de uma revisitação de terreno histórico da antropologia portuguesa: Rio de Onor, a partir da obra seminal de Jorge Dias e da posterior de Pais de Brito. Revisita-se a aldeia comunitária de Rio de Onor para explorar, concomitantemente, processos de transformação económica e material, efeitos das obras daqueles autores no quotidiano, na memória e identidade colectiva e sua reprodução nos habitantes de Rio de Onor, bem como indagar sobre como o trabalho daqueles antropólogos é recordado e valorizado. Enquadra-se teoricamente a problemática, fazendo-se genérica e resumidamente a descrição dos traços principais do modo de produção do conhecimento científico e da natureza da sua verdade e identifica-se o pano de fundo dos quadros conceptuais e modelos teóricos, no interior dos quais Jorge Dias e posteriormente Pais de Brito, cientistas sociais do seu tempo e espaço histórico-social, observaram, pensaram, interpretaram, compreenderam e explicaram no produto científico resultante das suas monografias etnográficas sobre o comunitarismo agro-pastoril da aldeia de Rio de Onor, no sentido de se estabelecer uma não competitiva, profícua e substantiva relação de complementaridade, entre estas duas grandes obras da literatura antropológica portuguesa, em conformidade com a nossa proposição.
Autores principais:Cordeiro, Adérito José
Assunto:Comunitarismo agro-pastoril Rio de Onor
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Esta dissertação de mestrado trata de uma revisitação de terreno histórico da antropologia portuguesa: Rio de Onor, a partir da obra seminal de Jorge Dias e da posterior de Pais de Brito. Revisita-se a aldeia comunitária de Rio de Onor para explorar, concomitantemente, processos de transformação económica e material, efeitos das obras daqueles autores no quotidiano, na memória e identidade colectiva e sua reprodução nos habitantes de Rio de Onor, bem como indagar sobre como o trabalho daqueles antropólogos é recordado e valorizado. Enquadra-se teoricamente a problemática, fazendo-se genérica e resumidamente a descrição dos traços principais do modo de produção do conhecimento científico e da natureza da sua verdade e identifica-se o pano de fundo dos quadros conceptuais e modelos teóricos, no interior dos quais Jorge Dias e posteriormente Pais de Brito, cientistas sociais do seu tempo e espaço histórico-social, observaram, pensaram, interpretaram, compreenderam e explicaram no produto científico resultante das suas monografias etnográficas sobre o comunitarismo agro-pastoril da aldeia de Rio de Onor, no sentido de se estabelecer uma não competitiva, profícua e substantiva relação de complementaridade, entre estas duas grandes obras da literatura antropológica portuguesa, em conformidade com a nossa proposição.