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Medição do arrasto produzido pelo aquatrainer na técnica de crol através do método de perturbação da velocidade kolmogorov system

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objectivo deste estudo consistiu em verificar se o nado com o Aquatrainer impõe valores de arrasto superiores aos verificados durante o nado livre, na técnica de Crol, de tal forma que possa influenciar de forma significativa os resultados obtidos por este aparelho. A amostra foi constituída por 15 nadadores do sexo feminino (idade 13,07 ± 1,39 anos; peso 48,24 ± 7,61 Kg; altura 158,60 ± 4,54 cm) encontrando-se distribuídas pelos escalões de cadetes, infantis e juvenis. A recolha de todos os dados foi efectuada no mesmo dia, existindo um intervalo de 10 minutos entre ensaios para cada nadador. Foram analisados os valores da velocidade média, do arrasto activo, do coeficiente de arrasto e da potência aplicada pelos nadadores, em nado livre, e em nado com o Aquatrainer para um percurso de 25 metros à máxima velocidade. Como método de avaliação do arrasto provocado, foi utilizado o método de perturbação de velocidade (PVM), proposto por (Kolmogorov e Duplisheva, 1992). Para todas as variáveis em estudo obtivemos P> 0,05, sendo que o valor mais próximo do valor de significância foi de .070 da velocidade média. Com base nos resultados obtidos podemos afirmar que não foram verificadas quaisquer diferenças significativas quando se utiliza o Aquatrainer, comparativamente com o nado livre, e que os valores de arrasto produzidos pelo Aquatrainer são desprezíveis para a técnica de Crol.
Autores principais:Ferreira, Jorge Manuel Nunes
Assunto:Natação Aquatrainer Arrasto Técnica de Crol
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O objectivo deste estudo consistiu em verificar se o nado com o Aquatrainer impõe valores de arrasto superiores aos verificados durante o nado livre, na técnica de Crol, de tal forma que possa influenciar de forma significativa os resultados obtidos por este aparelho. A amostra foi constituída por 15 nadadores do sexo feminino (idade 13,07 ± 1,39 anos; peso 48,24 ± 7,61 Kg; altura 158,60 ± 4,54 cm) encontrando-se distribuídas pelos escalões de cadetes, infantis e juvenis. A recolha de todos os dados foi efectuada no mesmo dia, existindo um intervalo de 10 minutos entre ensaios para cada nadador. Foram analisados os valores da velocidade média, do arrasto activo, do coeficiente de arrasto e da potência aplicada pelos nadadores, em nado livre, e em nado com o Aquatrainer para um percurso de 25 metros à máxima velocidade. Como método de avaliação do arrasto provocado, foi utilizado o método de perturbação de velocidade (PVM), proposto por (Kolmogorov e Duplisheva, 1992). Para todas as variáveis em estudo obtivemos P> 0,05, sendo que o valor mais próximo do valor de significância foi de .070 da velocidade média. Com base nos resultados obtidos podemos afirmar que não foram verificadas quaisquer diferenças significativas quando se utiliza o Aquatrainer, comparativamente com o nado livre, e que os valores de arrasto produzidos pelo Aquatrainer são desprezíveis para a técnica de Crol.