Publicação
A supervisão pedagógica nas Actividades de Enriquecimento Curricular, no 1º Ciclo do Ensino Básico, num Agrupamento de Escolas de um Concelho do distrito de Vila Real
| Resumo: | A escola está envolvida numa realidade muito complexa, caracterizada por um emaranhado de causalidades e determinações que lhe estruturam o funcionamento (Felouziz, 2000). O Despacho nº 1460/2008, que regulamenta todo o projecto das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), introduzidas pelo Ministério da Educação no 1º ciclo do Ensino básico, aborda também o papel dos Professores Titulares de Turma na realização da actividade de supervisão pedagógica nestas actividades extra-curriculares. Com este trabalho de investigação, pretendeu-se averiguar de que forma decorria essa acção supervisiva em todas as turmas do 1º ciclo, num agrupamento de escolas do concelho de S. Marta de Penaguião. Para que estas actividades decorressem com a normalidade desejada e adequada, seria necessário que essa supervisão pedagógica tivesse um papel pró-activo na organização social da escola e de mediação entre os profissionais envolvidos. Só uma prática permanente de diálogo, discussão e empenho, será capaz de encontrar a melhor solução para resolver qualquer ocorrência escolar. Nesse empenhamento escolar, quer os professores/monitores, quer os supervisores, apesar de possuírem técnicas de actuação, baseadas no seu conhecimento sistemático e científico, devem ter a noção de que isso só não chega para dar resposta a todas as situações que surgem durante a sua prática lectiva e pedagógica (Amaral, Moreira & Ribeiro 1996). Assim, este trabalho poderá contribuir para um desempenho mais eficaz e tranquilo nas AEC, dado que, não há métodos, nem modelos únicos, exclusivos ou infalíveis capazes de resolver os problemas que possam surgir durante o desenvolvimento das actividades. Pode ainda servir de mote para outros trabalhos nesta área de supervisão nas Actividades de Enriquecimento Curricular, visto que é um projecto do ME ainda bastante recente em Portugal. |
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| Autores principais: | Barreto, José Maria Fonseca Dias |
| Assunto: | Supervisão Pedagógica Professor Reflexivo Actividades de Enriquecimento Curricular Educação Pedagogical Supervision Reflective Teacher Curricular Enrichment Activities Education |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | A escola está envolvida numa realidade muito complexa, caracterizada por um emaranhado de causalidades e determinações que lhe estruturam o funcionamento (Felouziz, 2000). O Despacho nº 1460/2008, que regulamenta todo o projecto das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), introduzidas pelo Ministério da Educação no 1º ciclo do Ensino básico, aborda também o papel dos Professores Titulares de Turma na realização da actividade de supervisão pedagógica nestas actividades extra-curriculares. Com este trabalho de investigação, pretendeu-se averiguar de que forma decorria essa acção supervisiva em todas as turmas do 1º ciclo, num agrupamento de escolas do concelho de S. Marta de Penaguião. Para que estas actividades decorressem com a normalidade desejada e adequada, seria necessário que essa supervisão pedagógica tivesse um papel pró-activo na organização social da escola e de mediação entre os profissionais envolvidos. Só uma prática permanente de diálogo, discussão e empenho, será capaz de encontrar a melhor solução para resolver qualquer ocorrência escolar. Nesse empenhamento escolar, quer os professores/monitores, quer os supervisores, apesar de possuírem técnicas de actuação, baseadas no seu conhecimento sistemático e científico, devem ter a noção de que isso só não chega para dar resposta a todas as situações que surgem durante a sua prática lectiva e pedagógica (Amaral, Moreira & Ribeiro 1996). Assim, este trabalho poderá contribuir para um desempenho mais eficaz e tranquilo nas AEC, dado que, não há métodos, nem modelos únicos, exclusivos ou infalíveis capazes de resolver os problemas que possam surgir durante o desenvolvimento das actividades. Pode ainda servir de mote para outros trabalhos nesta área de supervisão nas Actividades de Enriquecimento Curricular, visto que é um projecto do ME ainda bastante recente em Portugal. |
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