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Experiência subjetiva de sofrimento na doença e qualidade de vida em doentes oncológicos em tratamento

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Contextualização: aquando do diagnóstico de cancro, o doente e a sua família vivenciam momentos de grande sofrimento. O cancro é a segunda maior causa de morte e morbilidade na União Europeia. Objetivos: este trabalho visou avaliar a experiência subjetiva de sofrimento na doença na amostra estudada. Método usado e procedimentos: de acordo com os objetivos da investigação e a sua finalidade, tratou-se de um estudo descritivo e correlacional em 105 doentes com cancro, seguidos no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real. Foi administrado o Inventário de Experiências Subjetivas de Sofrimento na Doença, um questionário de dados sociodemográficos e um questionário clínico. Resultados: o sofrimento é maior a nível sócio-relacional, seguindo-se o sofrimento psicológico, o que significa que o sofrimento provoca relevantes alterações afetivo-relacionais, sócio-laborais, cognitivas e emocionais. Em vez de dor, desconforto e perda de vigor físico. Conclusão: o sofrimento é multidimensional, com valores elevados em ambos os níveis, nomeadamente o sofrimento sócio-relacional, psicológico, existencial e por fim, o sofrimento físico. Podemos considerar que é indispensável compreender a doença oncológica como uma fonte de sofrimento, como forma de o diminuir.
Autores principais:Santos, Andrea Susana Pereira dos
Assunto:Cancro Avaliação Sofrimento Doença oncológica
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Contextualização: aquando do diagnóstico de cancro, o doente e a sua família vivenciam momentos de grande sofrimento. O cancro é a segunda maior causa de morte e morbilidade na União Europeia. Objetivos: este trabalho visou avaliar a experiência subjetiva de sofrimento na doença na amostra estudada. Método usado e procedimentos: de acordo com os objetivos da investigação e a sua finalidade, tratou-se de um estudo descritivo e correlacional em 105 doentes com cancro, seguidos no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real. Foi administrado o Inventário de Experiências Subjetivas de Sofrimento na Doença, um questionário de dados sociodemográficos e um questionário clínico. Resultados: o sofrimento é maior a nível sócio-relacional, seguindo-se o sofrimento psicológico, o que significa que o sofrimento provoca relevantes alterações afetivo-relacionais, sócio-laborais, cognitivas e emocionais. Em vez de dor, desconforto e perda de vigor físico. Conclusão: o sofrimento é multidimensional, com valores elevados em ambos os níveis, nomeadamente o sofrimento sócio-relacional, psicológico, existencial e por fim, o sofrimento físico. Podemos considerar que é indispensável compreender a doença oncológica como uma fonte de sofrimento, como forma de o diminuir.