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Arqueologia do movimento: relações entre Arte Rupestre, Arqueologia e Meio Ambiente, da Pré-história aos dias atuais, no Vale da Serra Branca. Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta tese é uma pesquisa centrada no movimento, um tema transversal que auxilia no estudo da arte rupestre de uma forma interdisciplinar, no qual os universos natural subsistência e simbólico-imaginário são observados conjuntamente, permitindo conhecer o “modo de vida” dos grupos culturais que ocuparam o Vale da Serra Branca, no Parque Nacional Serra da Capivara. Foram definidos 4 movimentos de ocupação, associados aos contextos arqueológicos, desde a transição do Pleistoceno-Holoceno aos dias atuais. Um corpus pictórico de 200 sítios arqueológicos, conjunto com 10 mil figuras aproximadamente, foi analisado e estudado independente das tradições analíticas, vigentes para o território brasileiro. O gesto observado nas figuras humanas pintadas e a relação “espaço-tempo” permitiram a elaboração de uma nova proposta interpretativa e a identificação de uma série de temáticas, aonde a “dança” foi a protagonista.
Autores principais:Buco, Cristiane de Andrade
Assunto:movimento arte rupestre Serra Branca arqueologia pesquisa interdisciplinar
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Esta tese é uma pesquisa centrada no movimento, um tema transversal que auxilia no estudo da arte rupestre de uma forma interdisciplinar, no qual os universos natural subsistência e simbólico-imaginário são observados conjuntamente, permitindo conhecer o “modo de vida” dos grupos culturais que ocuparam o Vale da Serra Branca, no Parque Nacional Serra da Capivara. Foram definidos 4 movimentos de ocupação, associados aos contextos arqueológicos, desde a transição do Pleistoceno-Holoceno aos dias atuais. Um corpus pictórico de 200 sítios arqueológicos, conjunto com 10 mil figuras aproximadamente, foi analisado e estudado independente das tradições analíticas, vigentes para o território brasileiro. O gesto observado nas figuras humanas pintadas e a relação “espaço-tempo” permitiram a elaboração de uma nova proposta interpretativa e a identificação de uma série de temáticas, aonde a “dança” foi a protagonista.