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A utilização da calculadora gráfica no ensino da Matemática no 10.º ano e as perceções dos alunos sobre a importância da calculadora no 7.º ano

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho tem como objetivos principais estudar a utilização da calculadora gráfica no ensino da Matemática, no 10.º ano do Ensino Secundário, e analisar as perceções dos alunos sobre a importância do uso da calculadora simples, no 7.º ano do Ensino Básico. Para tal foram analisados dois questionários, que foram previamente preenchidos pelos alunos do 7.º ano e 10.º ano das turmas onde realizei a Prática de Ensino Supervisionada. Como enquadramento ao tema procedi a uma análise da evolução da utilização da calculadora ao longo dos tempos, desde finais do século passado até aos dias de hoje. Relativamente ao 10.º ano foram também analisadas algumas tarefas realizadas em sala de aula, em contexto de Estágio com o intuito de maximizar os resultados da utilização da calculadora gráfica no ensino da Matemática. A maioria dos alunos do 10.º ano (70%) considera que a calculadora gráfica permite aumentar a motivação para o estudo da Matemática. Ao longo da realização das tarefas observamos que o papel do professor como motivador da exploração da calculadora e orientador do caminho a seguir em cada tarefa é muito importante. Muitos alunos no 10.º ano não têm capacidade para autonomamente perceber qual o melhor método de resolução de um problema e têm dificuldades na interpretação de dados e nestas situações o papel do professor torna-se fundamental. Em relação ao 7.º ano através do questionário pretendia avaliar a importância que os alunos atribuem à utilização da calculadora simples, já que, no geral, os professores neste nível propõem poucas tarefas que incluem a exploração da calculadora. Os resultados demonstram que os alunos do 7.º ano acreditam que a maior utilização da calculadora seria útil e motivador. Atualmente considera-se que a calculadora gráfica é essencial, obrigatória e trouxe benefícios para o ensino da Matemática no nível secundário. Contudo, a utilização por si só de uma calculadora gráfica não resolve todos os problemas inerentes ao insucesso da disciplina, sendo necessário continuar a investigação para a descoberta de novas metodologias mais eficazes para melhorar os resultados dos alunos.
Autores principais:Ferreira, António José da Cruz
Assunto:Matemática Ensino Calculadora (gráfica) Investigação Exploração
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O presente trabalho tem como objetivos principais estudar a utilização da calculadora gráfica no ensino da Matemática, no 10.º ano do Ensino Secundário, e analisar as perceções dos alunos sobre a importância do uso da calculadora simples, no 7.º ano do Ensino Básico. Para tal foram analisados dois questionários, que foram previamente preenchidos pelos alunos do 7.º ano e 10.º ano das turmas onde realizei a Prática de Ensino Supervisionada. Como enquadramento ao tema procedi a uma análise da evolução da utilização da calculadora ao longo dos tempos, desde finais do século passado até aos dias de hoje. Relativamente ao 10.º ano foram também analisadas algumas tarefas realizadas em sala de aula, em contexto de Estágio com o intuito de maximizar os resultados da utilização da calculadora gráfica no ensino da Matemática. A maioria dos alunos do 10.º ano (70%) considera que a calculadora gráfica permite aumentar a motivação para o estudo da Matemática. Ao longo da realização das tarefas observamos que o papel do professor como motivador da exploração da calculadora e orientador do caminho a seguir em cada tarefa é muito importante. Muitos alunos no 10.º ano não têm capacidade para autonomamente perceber qual o melhor método de resolução de um problema e têm dificuldades na interpretação de dados e nestas situações o papel do professor torna-se fundamental. Em relação ao 7.º ano através do questionário pretendia avaliar a importância que os alunos atribuem à utilização da calculadora simples, já que, no geral, os professores neste nível propõem poucas tarefas que incluem a exploração da calculadora. Os resultados demonstram que os alunos do 7.º ano acreditam que a maior utilização da calculadora seria útil e motivador. Atualmente considera-se que a calculadora gráfica é essencial, obrigatória e trouxe benefícios para o ensino da Matemática no nível secundário. Contudo, a utilização por si só de uma calculadora gráfica não resolve todos os problemas inerentes ao insucesso da disciplina, sendo necessário continuar a investigação para a descoberta de novas metodologias mais eficazes para melhorar os resultados dos alunos.