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Condicionantes legais ao comércio internacional de vinho (português)

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Resumo:A presente dissertação insere-se no contexto das condicionantes do mercado internacional de vinho, e pretende impulsionar indiretamente, através de informação direcionada, a capacidade dos produtores na inserção de novos mercados, ou de mercados similares aos que já se encontram. Para isso foi necessário entender o posicionamento de Portugal na estrutura do mercado internacional de vinho, incluindo as condicionantes legais que os exportadores de vinho português enfrentam ao comercializar o seu produto com países fora da comunidade europeia, com intenção atual ou prospetiva de exportação. Assim, procedeu-se à recolha de informação em fontes secundárias, nomeadamente artigos científicos, estatísticas e sites especializados dos diversos países. A informação recolhida sobre barreiras tarifárias e não tarifárias descrita neste documento, permitiu entender que as maiores restrições à exportação de vinho para países terceiros, são de modo geral agrupadas em três conjuntos de medidas: os impostos aduaneiros no país importador, medidas sanitárias e fitossanitárias, e barreiras técnicas ao comércio, que variam de país para país, e até de região para região. Aferiram-se ainda os cinco mercados atualmente mais atrativos para Portugal, no âmbito da exportação de vinho como sendo, Angola, Brasil, China, Japão e EUA bem como as condicionantes legais impostas por cada um deles. Foram identificadas limitações no método de recolha de informação pelo facto de não estar, na grande maioria das vezes, centralizada, agregada à necessidade de colaborar com agências importadoras para contornar o problema da centralização da informação. Identificou-se também, a limitação na elaboração de um guia de exportação geral para países terceiros de vinho português, ligada à falta de centralização da informação. Em conclusão, para impulsionar o mercado nacional utilizando as condicionantes legais dos países destino de cada produtor/exportador é necessário não só dispor da informação numa forma direcionada como também facilitar o acesso à informação.
Autores principais:Santos, Rui Gonçalo Ferreira de Almeida
Assunto:Mercado internacional Vinho
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:A presente dissertação insere-se no contexto das condicionantes do mercado internacional de vinho, e pretende impulsionar indiretamente, através de informação direcionada, a capacidade dos produtores na inserção de novos mercados, ou de mercados similares aos que já se encontram. Para isso foi necessário entender o posicionamento de Portugal na estrutura do mercado internacional de vinho, incluindo as condicionantes legais que os exportadores de vinho português enfrentam ao comercializar o seu produto com países fora da comunidade europeia, com intenção atual ou prospetiva de exportação. Assim, procedeu-se à recolha de informação em fontes secundárias, nomeadamente artigos científicos, estatísticas e sites especializados dos diversos países. A informação recolhida sobre barreiras tarifárias e não tarifárias descrita neste documento, permitiu entender que as maiores restrições à exportação de vinho para países terceiros, são de modo geral agrupadas em três conjuntos de medidas: os impostos aduaneiros no país importador, medidas sanitárias e fitossanitárias, e barreiras técnicas ao comércio, que variam de país para país, e até de região para região. Aferiram-se ainda os cinco mercados atualmente mais atrativos para Portugal, no âmbito da exportação de vinho como sendo, Angola, Brasil, China, Japão e EUA bem como as condicionantes legais impostas por cada um deles. Foram identificadas limitações no método de recolha de informação pelo facto de não estar, na grande maioria das vezes, centralizada, agregada à necessidade de colaborar com agências importadoras para contornar o problema da centralização da informação. Identificou-se também, a limitação na elaboração de um guia de exportação geral para países terceiros de vinho português, ligada à falta de centralização da informação. Em conclusão, para impulsionar o mercado nacional utilizando as condicionantes legais dos países destino de cada produtor/exportador é necessário não só dispor da informação numa forma direcionada como também facilitar o acesso à informação.