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Leishmaniose em animais de companhia – estudo de casos clínicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A leishmaniose é uma doença zoonótica causada por um agente que é transmitido por um inseto vetor. Uma vez que cão é o reservatório primário e podendo o gato atuar como potencial reservatório secundário, ambos assumem um papel importante na epidemiologia da doença. A leishmaniose constitui um problema de saúde pública e apesar de todos os esforços e programas de profilaxia implementados pelos profissionais de saúde veterinária, continua a ser uma doença endémica em várias regiões do globo, nomeadamente em Portugal. No Hospital Veterinário do Restelo, durante o período de estágio (entre setembro e dezembro de 2017), acompanhei diversos casos clínicos de leishmaniose em animais de companhia que incluo nesta dissertação. Os cinco casos de leishmaniose canina para um caso de leishmaniose felina foram diagnosticados através da deteção molecular de sequências de ADN de Leishmania por PCR, da quantificação do título de anticorpos anti-Leishmania por ELISA e IFI, tal como a observação de formas amastigotas de Leishmania em citologia ocular. Os protocolos terapêuticos aplicados incluíram alopurinol isolado, combinações de alopurinol com antimoniato de meglumina, e alopurinol com miltefosina. Em todas as situações foram necessárias várias reavaliações e constante monitorização de tratamento e evolução da doença. Procurei reunir nesta dissertação informação relativa à doença em cães e gatos. Embora a leishmaniose felina não seja uma ocorrência tão frequente, tem vindo a adquirir nos últimos anos importância na prática clínica.
Autores principais:Cerqueira, Catarina das Dores da Cunha
Assunto:leishmaniose cão gato diagnóstico tratamento Portugal
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:A leishmaniose é uma doença zoonótica causada por um agente que é transmitido por um inseto vetor. Uma vez que cão é o reservatório primário e podendo o gato atuar como potencial reservatório secundário, ambos assumem um papel importante na epidemiologia da doença. A leishmaniose constitui um problema de saúde pública e apesar de todos os esforços e programas de profilaxia implementados pelos profissionais de saúde veterinária, continua a ser uma doença endémica em várias regiões do globo, nomeadamente em Portugal. No Hospital Veterinário do Restelo, durante o período de estágio (entre setembro e dezembro de 2017), acompanhei diversos casos clínicos de leishmaniose em animais de companhia que incluo nesta dissertação. Os cinco casos de leishmaniose canina para um caso de leishmaniose felina foram diagnosticados através da deteção molecular de sequências de ADN de Leishmania por PCR, da quantificação do título de anticorpos anti-Leishmania por ELISA e IFI, tal como a observação de formas amastigotas de Leishmania em citologia ocular. Os protocolos terapêuticos aplicados incluíram alopurinol isolado, combinações de alopurinol com antimoniato de meglumina, e alopurinol com miltefosina. Em todas as situações foram necessárias várias reavaliações e constante monitorização de tratamento e evolução da doença. Procurei reunir nesta dissertação informação relativa à doença em cães e gatos. Embora a leishmaniose felina não seja uma ocorrência tão frequente, tem vindo a adquirir nos últimos anos importância na prática clínica.