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A influência da técnica de terapia de liberação posicional sobre a tensão miofascial do músculo trapézio

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Resumo:O objectivo deste estudo, foi analisar a influência da técnica de libertação posicional sobre a tensão miofascial do músculo trapézio, com presença de ponto gatilho miofascial ativo. Foram estudados 30 indivíduos (18 masculinos e 12 femininos), idade média 34,5 + 9,4 anos, com presença de ponto gatilho miofascial ativo (PGMA), no músculo trapézio fibras superiores (MTS), de um dos lados. Os indivíduos foram avaliados antes e após da aplicação da técnica de libertação posicional, nos seguintes parâmetros: (i) intensidade da dor durante a palpação do PGMA (escala visual analógica de dor), e (ii) sinais eletromiográficos (EMG) do MTS com e sem ponto de gatilho em três condições: (a) repouso basal; (b) contração concêntrica e (c) contração isométrica. Na análise estatística e para comparação dos sinais EMG utilizámos o teste t para amostras independentes, e para a comparação da atividade neuromuscular (EMG), com o nível de intensidade da dor, antes e após a aplicação da técnica de libertação posicional, recorremos ao teste t para amostras emparelhadas. A associação entre o tónus basal e a intensidade de dor, foi verificada através do coeficiente de correlação de Pearson (r) (p ≤0,05). Houve uma redução significativa do sintoma doloroso, de 5,3 ± 1,9 para 2,8 ± 1,8 (p <0,001). Quanto à atividade eletromiográfica, em repouso basal e na contração concêntrica, não se observaram diferenças significativas nos sinais EMGs, após a utilização da técnica de libertação posicional. Os resultados sugerem que a técnica de libertação posicional diminui o sintoma doloroso e reduz os sinais elétricomiográficos, em repouso basal, do músculo com PMGA. Deste modo, julgamos fundamental a aplicação da técnica de libertação posicional como forma de equilíbrio do tónus basal e tratamento da dor miofascial.
Autores principais:Cordeiro, Maria Teresa Monteiro
Assunto:Músculo Movimento Eletromiografia Ponto-gatilho miofascial Libertação posicional
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O objectivo deste estudo, foi analisar a influência da técnica de libertação posicional sobre a tensão miofascial do músculo trapézio, com presença de ponto gatilho miofascial ativo. Foram estudados 30 indivíduos (18 masculinos e 12 femininos), idade média 34,5 + 9,4 anos, com presença de ponto gatilho miofascial ativo (PGMA), no músculo trapézio fibras superiores (MTS), de um dos lados. Os indivíduos foram avaliados antes e após da aplicação da técnica de libertação posicional, nos seguintes parâmetros: (i) intensidade da dor durante a palpação do PGMA (escala visual analógica de dor), e (ii) sinais eletromiográficos (EMG) do MTS com e sem ponto de gatilho em três condições: (a) repouso basal; (b) contração concêntrica e (c) contração isométrica. Na análise estatística e para comparação dos sinais EMG utilizámos o teste t para amostras independentes, e para a comparação da atividade neuromuscular (EMG), com o nível de intensidade da dor, antes e após a aplicação da técnica de libertação posicional, recorremos ao teste t para amostras emparelhadas. A associação entre o tónus basal e a intensidade de dor, foi verificada através do coeficiente de correlação de Pearson (r) (p ≤0,05). Houve uma redução significativa do sintoma doloroso, de 5,3 ± 1,9 para 2,8 ± 1,8 (p <0,001). Quanto à atividade eletromiográfica, em repouso basal e na contração concêntrica, não se observaram diferenças significativas nos sinais EMGs, após a utilização da técnica de libertação posicional. Os resultados sugerem que a técnica de libertação posicional diminui o sintoma doloroso e reduz os sinais elétricomiográficos, em repouso basal, do músculo com PMGA. Deste modo, julgamos fundamental a aplicação da técnica de libertação posicional como forma de equilíbrio do tónus basal e tratamento da dor miofascial.