Publicação
Níveis de flexibilidade, hidroxiprolina e força muscular abdominal em bailarinas submetidas à técnica de dança moderna de Martha Graham
| Resumo: | O objetivo do presente estudo foi analisar os níveis de flexibilidade, hidroxiprolina urinária e força muscular abdominal em bailarinas submetidas à técnica de dança moderna de Martha Graham. A pesquisa se caracterizou por um delineamento quase-experimental, onde foi utilizado como amostra 50 bailarinas, com idade média de 18 ± 5,29 anos, de um grupo de dança do Colégio Gentil Bittencourt, localizado no Bairro Nazaré, em Belém, Pará. A amostra foi submetida ao programa de dança moderna de Martha Graham durante 12 semanas. Para a avaliação das variáveis foram utilizados: a goniometria (na avaliação da flexibilidade) nos movimentos espacate anteroanterior/ flexão, espacate antero-anterior/extensão, espacate latero-lateral, extensão, elevação frontal e elevação lateral da articulação do quadril, o marcador bioquímico Hidroxiprolina (HP) (mensurado pela concentração na urina) e o teste de repetição máxima de 1 minuto (na avaliação da força muscular abdominal). Foi realizada a análise estatística descritiva com o objetivo de estimar as medidas de tendência central (média e mediana) e variação (desvio-padrão e erro-padrão) além da distribuição de freqüências, absolutas e relativas. E a análise estatística inferencial por meio do teste de Shapiro Wilk para a análise da normalidade da amostra; o teste de Wilcoxon (não-paramétrico) e o teste t de Student (paramétrico) para comparação entre as médias dos dois diferentes momentos de testagem (antes e depois do treinamento). Nos resultados pôde-se observar aumentos significativos, no pósteste, nas variáveis: flexibilidade (para todos os movimentos - espacate anteroanterior/ flexão (Δ=4,43 graus; p=0,039), espacate antero-anterior/extensão (Δ=5,02 graus; p=0,004), espacate latero-lateral (Δ=12,91 graus; p=0,014), extensão (Δ=8,40 graus; p=0,000), elevação frontal (Δ=15,57 graus; p=0,000) e elevação lateral (Δ=10,11 graus; p=0,000)), nos níveis de hidroxiprolina urinária (Δ=6,05mg/24h; p=0,000) e nos níveis de força abdominal (Δ = 2,70 repetições; p=0,000). Desta forma, pôde-se concluir que a intervenção da dança moderna pode gerar aumentos na amplitude de movimento articular, nos níveis de hidroxiprolina urinária e na força muscular abdominal em sujeitos jovens, nos resultados também pode-se verificar os planos de aula e acompanhar como foi aplicada esta técnica durante os três meses de estudo. |
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| Autores principais: | Monteiro, Maria Auxiliadora |
| Assunto: | Dança moderna Atividade física Força muscular Hidroxiprolina Amplitude muscular |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | O objetivo do presente estudo foi analisar os níveis de flexibilidade, hidroxiprolina urinária e força muscular abdominal em bailarinas submetidas à técnica de dança moderna de Martha Graham. A pesquisa se caracterizou por um delineamento quase-experimental, onde foi utilizado como amostra 50 bailarinas, com idade média de 18 ± 5,29 anos, de um grupo de dança do Colégio Gentil Bittencourt, localizado no Bairro Nazaré, em Belém, Pará. A amostra foi submetida ao programa de dança moderna de Martha Graham durante 12 semanas. Para a avaliação das variáveis foram utilizados: a goniometria (na avaliação da flexibilidade) nos movimentos espacate anteroanterior/ flexão, espacate antero-anterior/extensão, espacate latero-lateral, extensão, elevação frontal e elevação lateral da articulação do quadril, o marcador bioquímico Hidroxiprolina (HP) (mensurado pela concentração na urina) e o teste de repetição máxima de 1 minuto (na avaliação da força muscular abdominal). Foi realizada a análise estatística descritiva com o objetivo de estimar as medidas de tendência central (média e mediana) e variação (desvio-padrão e erro-padrão) além da distribuição de freqüências, absolutas e relativas. E a análise estatística inferencial por meio do teste de Shapiro Wilk para a análise da normalidade da amostra; o teste de Wilcoxon (não-paramétrico) e o teste t de Student (paramétrico) para comparação entre as médias dos dois diferentes momentos de testagem (antes e depois do treinamento). Nos resultados pôde-se observar aumentos significativos, no pósteste, nas variáveis: flexibilidade (para todos os movimentos - espacate anteroanterior/ flexão (Δ=4,43 graus; p=0,039), espacate antero-anterior/extensão (Δ=5,02 graus; p=0,004), espacate latero-lateral (Δ=12,91 graus; p=0,014), extensão (Δ=8,40 graus; p=0,000), elevação frontal (Δ=15,57 graus; p=0,000) e elevação lateral (Δ=10,11 graus; p=0,000)), nos níveis de hidroxiprolina urinária (Δ=6,05mg/24h; p=0,000) e nos níveis de força abdominal (Δ = 2,70 repetições; p=0,000). Desta forma, pôde-se concluir que a intervenção da dança moderna pode gerar aumentos na amplitude de movimento articular, nos níveis de hidroxiprolina urinária e na força muscular abdominal em sujeitos jovens, nos resultados também pode-se verificar os planos de aula e acompanhar como foi aplicada esta técnica durante os três meses de estudo. |
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