Publicação
Vigorexia e níveis de dependência do exercício em frequentadores de academia e fisiculturistas
| Resumo: | O objectivo desse estudo foi relacionar a frequência de vigorexia e dos níveis de dependência do exercício em população de frequentadores de academias e fisiculturistas. A amostra probabilística foi composta de 151 frequentadores de academia (27,66, ±6,54 anos de idade; 81,80, ±17,24 Kg de massa corporal; 1,74, ±0,07 m de estatura; 27,56, ±5,03 de IMC) e a amostra não probabilística foi composta de 25 fisiculturistas (30,80, ±5,54 anos de idade; 82,87, ±13,11 Kg de massa corporal; 1,77, ±0,07 m de estatura; 26,72, ±4,24 de IMC). Os participantes responderam dois questionários de pesquisa, a “Escala de dependência do exercício” e o “Inventário de Dismorfia Muscular”. Os dados foram analisados segundo o Teste Shapiro Wilk para verificar a normalidade para dados antropométricos e características referentes ao exercício físico e Mann Whitney U Test como teste não paramétrico para verificar as diferenças entre fisiculturistas e frequentadores de academias nas mesmas modalidades. O teste Mann-Whitney U Test foi utilizado para analisar a estatística descritiva inferencial da Escala de Dependência do Exercício e também do Inventário de Dismorfia Muscular em fisiculturistas e frequentadores de academias. E para correlacionar as subescalas de dependência do exercício e as subescalas do inventário de dismorfia muscular em fisiculturistas e frequentadores de academias, foi utilizada a Correlação de Spearman. Os resultados foram que não existem diferenças significativas quanto aos níveis de vigorexia e de dependência do exercício em frequentadores de academias e fisiculturistas. Existe uma grande correlação entre vigorexia e dependência do exercício para quase todos os sintomas analisados, de modo que os frequentadores apresentam uma correlação maior em frequência e os fisiculturistas uma correlação maior em intensidade. Concluiu-se que em ambas as amostras, os níveis de vigorexia e de dependência do exercício são proporcionais, sendo essa correlação maior em fisiculturistas. |
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| Autores principais: | Soler, Patricia Tatiana |
| Assunto: | vigorexia dependência do exercício transtorno dismórfico corporal frequentadores de academias fisiculturistas |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | O objectivo desse estudo foi relacionar a frequência de vigorexia e dos níveis de dependência do exercício em população de frequentadores de academias e fisiculturistas. A amostra probabilística foi composta de 151 frequentadores de academia (27,66, ±6,54 anos de idade; 81,80, ±17,24 Kg de massa corporal; 1,74, ±0,07 m de estatura; 27,56, ±5,03 de IMC) e a amostra não probabilística foi composta de 25 fisiculturistas (30,80, ±5,54 anos de idade; 82,87, ±13,11 Kg de massa corporal; 1,77, ±0,07 m de estatura; 26,72, ±4,24 de IMC). Os participantes responderam dois questionários de pesquisa, a “Escala de dependência do exercício” e o “Inventário de Dismorfia Muscular”. Os dados foram analisados segundo o Teste Shapiro Wilk para verificar a normalidade para dados antropométricos e características referentes ao exercício físico e Mann Whitney U Test como teste não paramétrico para verificar as diferenças entre fisiculturistas e frequentadores de academias nas mesmas modalidades. O teste Mann-Whitney U Test foi utilizado para analisar a estatística descritiva inferencial da Escala de Dependência do Exercício e também do Inventário de Dismorfia Muscular em fisiculturistas e frequentadores de academias. E para correlacionar as subescalas de dependência do exercício e as subescalas do inventário de dismorfia muscular em fisiculturistas e frequentadores de academias, foi utilizada a Correlação de Spearman. Os resultados foram que não existem diferenças significativas quanto aos níveis de vigorexia e de dependência do exercício em frequentadores de academias e fisiculturistas. Existe uma grande correlação entre vigorexia e dependência do exercício para quase todos os sintomas analisados, de modo que os frequentadores apresentam uma correlação maior em frequência e os fisiculturistas uma correlação maior em intensidade. Concluiu-se que em ambas as amostras, os níveis de vigorexia e de dependência do exercício são proporcionais, sendo essa correlação maior em fisiculturistas. |
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