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O efeito da cor nos espaços verdes urbanos

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Resumo:Desenhar e manter jardins é uma tarefa difícil pela complexidade de fatores que se tem de ponderar. Um dos aspetos mais descurados em ambas as situações é a cor enquanto fator promotor de atração ou repulsa e de estímulo de emoções e sentimentos. Na sociedade moderna nascem questões de estética e de sustentabilidade que nos conduzem ao belo, através do como se vê e se sente um jardim, mormente no elemento cor que nos extasia o olhar. Conduzidos pela cor surgem dissertações sobre o elemento que mais atrai ou afasta, exaltando sentimentos mais positivos ou menos positivos, o belo e o perfeito. Com este trabalho pretende-se compreender de que modo pode a cor influenciar a utilização de um determinado espaço verde, se a cor pode influenciar na utilização do espaço verde quando aplicada em materiais vivos ou em materiais inertes, e se aplicada em elementos individuais ou em conjuntos, assim como a grandes áreas. A metodologia aplicada tem por base um questionário, a partir do qual se obtêm dados que dão resposta às questões colocadas. Concluiu-se que a cor influencia o modo como se vê e usam os espaços verdes, despoletando estímulos e sentimentos, sejam eles positivos ou negativos. As cores que mais estimulam as emoções e sentidos, quando aplicadas em espaços verdes são as cores quentes, estando estas associadas a alegria, a energia e a movimento. A cor verde encontra-se associada à tranquilidade e ao ar fresco. Verifica-se haver pouca apetência e até rejeição de cores castanhas e beges, por serem associadas a períodos de declínio de vigor. Também se concluiu que a cor dos elementos naturais atrai mais a atenção do que a cor nos elementos inertes.
Autores principais:Cortez, Sofia Alves de Moura
Assunto:cor espaços verdes emoções estímulos
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Desenhar e manter jardins é uma tarefa difícil pela complexidade de fatores que se tem de ponderar. Um dos aspetos mais descurados em ambas as situações é a cor enquanto fator promotor de atração ou repulsa e de estímulo de emoções e sentimentos. Na sociedade moderna nascem questões de estética e de sustentabilidade que nos conduzem ao belo, através do como se vê e se sente um jardim, mormente no elemento cor que nos extasia o olhar. Conduzidos pela cor surgem dissertações sobre o elemento que mais atrai ou afasta, exaltando sentimentos mais positivos ou menos positivos, o belo e o perfeito. Com este trabalho pretende-se compreender de que modo pode a cor influenciar a utilização de um determinado espaço verde, se a cor pode influenciar na utilização do espaço verde quando aplicada em materiais vivos ou em materiais inertes, e se aplicada em elementos individuais ou em conjuntos, assim como a grandes áreas. A metodologia aplicada tem por base um questionário, a partir do qual se obtêm dados que dão resposta às questões colocadas. Concluiu-se que a cor influencia o modo como se vê e usam os espaços verdes, despoletando estímulos e sentimentos, sejam eles positivos ou negativos. As cores que mais estimulam as emoções e sentidos, quando aplicadas em espaços verdes são as cores quentes, estando estas associadas a alegria, a energia e a movimento. A cor verde encontra-se associada à tranquilidade e ao ar fresco. Verifica-se haver pouca apetência e até rejeição de cores castanhas e beges, por serem associadas a períodos de declínio de vigor. Também se concluiu que a cor dos elementos naturais atrai mais a atenção do que a cor nos elementos inertes.