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A figura feminina como protagonista de Contos Tradicionais Portugueses

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A literatura infanto-juvenil foi, desde tempos antigos considerada um género menor, já que o seu receptor – a criança – nem sempre teve as considerações merecidas. Com o evoluir dos tempos e da sociedade, esta situação mostra-se em constante mutação, havendo cada vez mais e melhor literatura para crianças e jovens. A primeira forma de literatura infanto-juvenil foi a literatura tradicional de expressão oral e, ainda hoje, consegue provar o seu carácter de universalidade, envolvendo as crianças de várias gerações e de vários tempos nos seus contos. Fá-las imaginar, sonhar, viver, pelas palavras que a compõem. Que a literatura infanto-juvenil e tradicional desenvolve a criança a vários níveis está já provado por diversos estudiosos desta problemática em que nos baseamos. Mas o que é deveras importante mostrar é que os contos tradicionais não deverão ser esquecidos. É função dos Educadores/Professores levá-los para a sala de aula e explorá-los adequadamente, pois o seu cariz educativo fará crescer os alunos. A literatura tradicional representa o pensamento colectivo de um povo que se revê nos contos, transmitindo-os de geração em geração, fazendo deles pertença do património cultural desse povo. A mulher encarada sob o ponto de vista social, é também tratada nos contos, que a retratam de forma mais ou menos verdadeira. Estes mostram, em parte, a função que ela desempenha na época em que estes contos tradicionais são recolhidos e na actualidade.
Autores principais:Fernandes, Cláudia Daniela Sousa
Assunto:Contos tradicionais, aspectos culturais, Portugal Literatura infanto-juvenil
Ano:2007
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:A literatura infanto-juvenil foi, desde tempos antigos considerada um género menor, já que o seu receptor – a criança – nem sempre teve as considerações merecidas. Com o evoluir dos tempos e da sociedade, esta situação mostra-se em constante mutação, havendo cada vez mais e melhor literatura para crianças e jovens. A primeira forma de literatura infanto-juvenil foi a literatura tradicional de expressão oral e, ainda hoje, consegue provar o seu carácter de universalidade, envolvendo as crianças de várias gerações e de vários tempos nos seus contos. Fá-las imaginar, sonhar, viver, pelas palavras que a compõem. Que a literatura infanto-juvenil e tradicional desenvolve a criança a vários níveis está já provado por diversos estudiosos desta problemática em que nos baseamos. Mas o que é deveras importante mostrar é que os contos tradicionais não deverão ser esquecidos. É função dos Educadores/Professores levá-los para a sala de aula e explorá-los adequadamente, pois o seu cariz educativo fará crescer os alunos. A literatura tradicional representa o pensamento colectivo de um povo que se revê nos contos, transmitindo-os de geração em geração, fazendo deles pertença do património cultural desse povo. A mulher encarada sob o ponto de vista social, é também tratada nos contos, que a retratam de forma mais ou menos verdadeira. Estes mostram, em parte, a função que ela desempenha na época em que estes contos tradicionais são recolhidos e na actualidade.