Publicação

Contributo para o estudo das indústrias macrolíticas holocénicas do Vale do Tejo: A estação arqueológica do Monte Pedregoso, Vila Nova da Barquinha, Portugal

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A problemática e o contexto das indústrias macrolíticas têm sido alvo de debate desde os anos 30 do século passado. No presente trabalho faz-se uma breve revisão a este contexto. O sítio arqueológico em estudo, o Monte Pedregoso, encerra uma ocupação, provavelmente neolítica antiga, caracterizada por uma indústria macrolítica em quartzito e uma indústria em sílex, correspondente ao VIº ou Vº milénio A. C.. Salienta-se ainda uma ocupação campaniforme, caracterizada pela cerâmica lisa e incisa campaniforme, correspondente ao II milénio A. C. A matéria-prima em maior evidência é o quartzito, que na região em estudo se apresenta em grande abundância, embora estejam presentes outras matérias-primas como o sílex, o chert, o quartzo, a anfibolite e o granito. Também passamos em revisão algumas questões relacionadas com as indústrias macrolíticas, tentando estabelecer alguns cenários e procurar respostas para algumas questões. Estas questões surgiram quer por leituras efectuadas quer pelo estudo da colecção lítica. Tentou estabelecer-se um cenário sobre as cadeias operatórias e os métodos de talhe.
Autores principais:Ferreira, Ana Catarina Dias
Assunto:Arqueologia Matérias-primas Monte Pedregoso (Vila Nova da Barquinha, Portugal) Neolítico Indústrias macrolíticas
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:A problemática e o contexto das indústrias macrolíticas têm sido alvo de debate desde os anos 30 do século passado. No presente trabalho faz-se uma breve revisão a este contexto. O sítio arqueológico em estudo, o Monte Pedregoso, encerra uma ocupação, provavelmente neolítica antiga, caracterizada por uma indústria macrolítica em quartzito e uma indústria em sílex, correspondente ao VIº ou Vº milénio A. C.. Salienta-se ainda uma ocupação campaniforme, caracterizada pela cerâmica lisa e incisa campaniforme, correspondente ao II milénio A. C. A matéria-prima em maior evidência é o quartzito, que na região em estudo se apresenta em grande abundância, embora estejam presentes outras matérias-primas como o sílex, o chert, o quartzo, a anfibolite e o granito. Também passamos em revisão algumas questões relacionadas com as indústrias macrolíticas, tentando estabelecer alguns cenários e procurar respostas para algumas questões. Estas questões surgiram quer por leituras efectuadas quer pelo estudo da colecção lítica. Tentou estabelecer-se um cenário sobre as cadeias operatórias e os métodos de talhe.