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Capacitar e cuidar: o papel do Assistente Social com jovens em idade de transição em Acolhimento Residencial

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O trabalho do Assistente Social nas Casas de Acolhimento Residencial vai muito além da burocracia inerente ao papel de gestor de caso e diligências a efetuar para as entidades parceiras (Tribunais, Equipas Multidisciplinares de Assessoria a Tribunais, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, Escolas, Hospitais), pois visa a aquisição de competências a vários níveis que potenciem uma integração na comunidade de forma positiva, saudável e o mais autónoma possível. A promoção de competências aos jovens em idade de transição manifesta-se como um dos grandes desafios dos gestores de caso, já que o trabalho com estes passa por dotá-los de ferramentas e estratégias que permitam a aquisição de competências sociais, pessoais emocionais e de autonomização, sendo esta última uma das maiores exigências com que os gestores de caso se deparam. O objetivo geral do presente estudo passou pela compreensão do papel do Assistente Social, com jovens, em idade de transição e com medida de Acolhimento Residencial, focalizando na promoção de competências e aquisição destas para uma vida futura autónoma. Assim, pretende responder à questão central: nas Casas de Acolhimento Residencial, que intervenção direta é feita pelo Assistente Social? Do ponto de vista metodológico o estudo orientou-se pela metodologia qualitativa, utilizando como técnicas de recolha de dados as entrevistas semi-estruturadas a Assistentes Sociais a desempenhar a sua atividade laboral em Casas de Acolhimento Residencial, a pesquisa bibliográfica e documental. Da análise dos resultados constatou-se que os Assistentes Sociais a exercer a atividade laboral em Casas de Acolhimento Residencial assumem a função de gestores de caso com as práticas e diligências que lhe são inerentes. A promoção de competências assume grande parte da intervenção com os jovens acolhidos, estando esta moldada pela faixa etária, experiências passadas, competências já apreendidas, capacidades demonstradas e necessidades identificadas, tendo em conta a comunidade onde se insere e os recursos existentes.
Autores principais:Rodrigues, Telma Luísa Leite
Assunto:Acolhimento Residencial gestor de caso jovens e competências
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O trabalho do Assistente Social nas Casas de Acolhimento Residencial vai muito além da burocracia inerente ao papel de gestor de caso e diligências a efetuar para as entidades parceiras (Tribunais, Equipas Multidisciplinares de Assessoria a Tribunais, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, Escolas, Hospitais), pois visa a aquisição de competências a vários níveis que potenciem uma integração na comunidade de forma positiva, saudável e o mais autónoma possível. A promoção de competências aos jovens em idade de transição manifesta-se como um dos grandes desafios dos gestores de caso, já que o trabalho com estes passa por dotá-los de ferramentas e estratégias que permitam a aquisição de competências sociais, pessoais emocionais e de autonomização, sendo esta última uma das maiores exigências com que os gestores de caso se deparam. O objetivo geral do presente estudo passou pela compreensão do papel do Assistente Social, com jovens, em idade de transição e com medida de Acolhimento Residencial, focalizando na promoção de competências e aquisição destas para uma vida futura autónoma. Assim, pretende responder à questão central: nas Casas de Acolhimento Residencial, que intervenção direta é feita pelo Assistente Social? Do ponto de vista metodológico o estudo orientou-se pela metodologia qualitativa, utilizando como técnicas de recolha de dados as entrevistas semi-estruturadas a Assistentes Sociais a desempenhar a sua atividade laboral em Casas de Acolhimento Residencial, a pesquisa bibliográfica e documental. Da análise dos resultados constatou-se que os Assistentes Sociais a exercer a atividade laboral em Casas de Acolhimento Residencial assumem a função de gestores de caso com as práticas e diligências que lhe são inerentes. A promoção de competências assume grande parte da intervenção com os jovens acolhidos, estando esta moldada pela faixa etária, experiências passadas, competências já apreendidas, capacidades demonstradas e necessidades identificadas, tendo em conta a comunidade onde se insere e os recursos existentes.