Publicação
Ajuste de modelos alométricos para espécies arbóreas utilizadas no Metro do Porto
| Resumo: | A floresta introduzida em espaços urbanos, designada por floresta urbana, é uma realidade cada vez mais presente, aceite e desejada pela sociedade atual. Torna-se fundamental a criação de ferramentas que ajudem à tomada de decisão por parte dos Arquitetos Paisagistas na elaboração de projetos para os espaços verdes/floresta urbana. Este trabalho de investigação teve como propósito quantificar a biomassa e volume das 12 espécies estudadas na área abrangente do Metro do Porto, em contexto de floresta urbana; e ajustar equações alométricas para serem aplicadas em futuros cálculos da biomassa da copa, da profundidade da copa e da largura da copa, de espécies que se encontrem em condições semelhantes às que se verificaram na área em estudo, desde que se conheçam as variáveis independentes que façam parte da equação. De salientar a grande importância neste ajuste de equações, visto serem quase inexistentes as relações alométricas obtidas para espécies arbóreas existentes em cidade. O ajuste das equações alométricas, lineares e não-lineares permitiu analisar claramente através de representações gráficas, a viabilidade do estudo e selecionar aquela que apresenta a informação mais fidedigna para servir de ponto de partida a futuros projetos. Esta análise exige o maior rigor possível. O trabalho decorreu em 3 fases, ou seja, trabalho de campo, trabalho de laboratório e trabalho de gabinete. |
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| Autores principais: | Briote, Telma Filipa Lopes Gomes |
| Assunto: | Biomassa Floresta (urbana) Equações alométricas Metro do Porto |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | A floresta introduzida em espaços urbanos, designada por floresta urbana, é uma realidade cada vez mais presente, aceite e desejada pela sociedade atual. Torna-se fundamental a criação de ferramentas que ajudem à tomada de decisão por parte dos Arquitetos Paisagistas na elaboração de projetos para os espaços verdes/floresta urbana. Este trabalho de investigação teve como propósito quantificar a biomassa e volume das 12 espécies estudadas na área abrangente do Metro do Porto, em contexto de floresta urbana; e ajustar equações alométricas para serem aplicadas em futuros cálculos da biomassa da copa, da profundidade da copa e da largura da copa, de espécies que se encontrem em condições semelhantes às que se verificaram na área em estudo, desde que se conheçam as variáveis independentes que façam parte da equação. De salientar a grande importância neste ajuste de equações, visto serem quase inexistentes as relações alométricas obtidas para espécies arbóreas existentes em cidade. O ajuste das equações alométricas, lineares e não-lineares permitiu analisar claramente através de representações gráficas, a viabilidade do estudo e selecionar aquela que apresenta a informação mais fidedigna para servir de ponto de partida a futuros projetos. Esta análise exige o maior rigor possível. O trabalho decorreu em 3 fases, ou seja, trabalho de campo, trabalho de laboratório e trabalho de gabinete. |
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