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Comparação do rendimento médio do pinheiro manso enxertado e não enxertado

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O pinheiro manso, mais conhecido por Pinus pinea L., é uma espécie florestal cada vez mais presente no território português devido, principalmente, à exploração do seu fruto. Os preços elevados do pinhão e a facilidade de promover a capacidade de um pinheiro manso frutificar mais depressa e em maior quantidade, fez com que os proprietários promovessem a expansão da espécie aos longo dos anos. Tendo em conta esta premissa, com esta dissertação pretende-se compreender melhor o nível de rentabilidade do pinheiro manso enxertado e não enxertado, nos concelhos de Alcobaça e Coruche. Para tal, foram selecionadas propriedades com pinheiros mansos que passaram pelo processo de enxertia e outras propriedades semelhantes em termos de idades e localização não enxertadas. Estas propriedades foram selecionadas com o intuito de realizar medições dendrométricas, contagem de pinhas e avaliar as diferenças nos pinheiros enxertados e não enxertados, com o objetivo de prever a rentabilidade média dos pinheiros mansos enxertados em comparação com os não enxertados e determinar se a enxertia é um processo rentável. Como se era de esperar, os pinheiros enxertados provaram que a enxertia é bastante compensatória, demonstrando que nos povoamentos enxertados, embora exista uma maior taxa de esforço de investimento, com o passar dos anos será mais rentável. Nesta dissertação procedeu-se também à elaboração de um inquérito, na tentativa de caraterizar os proprietários dos concelhos de Coruche e Alcobaça, quanto a sua perceção da técnica de enxertia e a sua opinião sobre as faixas de gestão de combustível, uma vez que estas são mais prejudiciais que benéficas na opinião de alguns proprietários. Em termos de resultados foi possível perceber que a maioria dos proprietários acha a enxertia compensatória e que o pinheiro manso tem um grande impacto no rendimento que retiram no final de um ano das suas explorações.
Autores principais:Rodrigues, Ricardo Nuno Russo
Assunto:Pinheiro manso Enxertia Pinhas Investimento
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:O pinheiro manso, mais conhecido por Pinus pinea L., é uma espécie florestal cada vez mais presente no território português devido, principalmente, à exploração do seu fruto. Os preços elevados do pinhão e a facilidade de promover a capacidade de um pinheiro manso frutificar mais depressa e em maior quantidade, fez com que os proprietários promovessem a expansão da espécie aos longo dos anos. Tendo em conta esta premissa, com esta dissertação pretende-se compreender melhor o nível de rentabilidade do pinheiro manso enxertado e não enxertado, nos concelhos de Alcobaça e Coruche. Para tal, foram selecionadas propriedades com pinheiros mansos que passaram pelo processo de enxertia e outras propriedades semelhantes em termos de idades e localização não enxertadas. Estas propriedades foram selecionadas com o intuito de realizar medições dendrométricas, contagem de pinhas e avaliar as diferenças nos pinheiros enxertados e não enxertados, com o objetivo de prever a rentabilidade média dos pinheiros mansos enxertados em comparação com os não enxertados e determinar se a enxertia é um processo rentável. Como se era de esperar, os pinheiros enxertados provaram que a enxertia é bastante compensatória, demonstrando que nos povoamentos enxertados, embora exista uma maior taxa de esforço de investimento, com o passar dos anos será mais rentável. Nesta dissertação procedeu-se também à elaboração de um inquérito, na tentativa de caraterizar os proprietários dos concelhos de Coruche e Alcobaça, quanto a sua perceção da técnica de enxertia e a sua opinião sobre as faixas de gestão de combustível, uma vez que estas são mais prejudiciais que benéficas na opinião de alguns proprietários. Em termos de resultados foi possível perceber que a maioria dos proprietários acha a enxertia compensatória e que o pinheiro manso tem um grande impacto no rendimento que retiram no final de um ano das suas explorações.