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Perigo de incêndio florestal na interface urbano-rural do Município de Vila Real: estudo comparativo 2014/ 2022 e atual complexidade no combate

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Todos os anos ouvimos falar na comunicação social que os incêndios florestais ameaçam aglomerados populacionais, ou mesmo habitações isoladas, causando o pânico social na população em geral. Mais uma aldeia evacuada, habitações destruídas pelo fogo, inúmeros hectares de área ardida e mais uma vez Portugal pintado de negro. Para quando uma rápida atuação, por forma a minimizar os impactos associados a este fenómeno e aumentar a segurança da população face ao risco de incêndio? Perante tal questão, o desenvolvimento deste trabalho prende-se com a atualização os dados estudados em 2014 no âmbito da Dissertação para obtenção de Grau de Mestre em Engenharia Florestal e verificar as alterações que foram acontecendo ao longo dos anos dentro desta temática. Será que alguma coisa mudou? Oito anos depois, interessou-nos sobretudo perceber a evolução do conceito de Interface Urbano-Florestal, na sua dimensão científica, sendo feito uma análise sobre a evolução, deste conceito, quer em Portugal, quer em países de referência. Durante este período, surgiram os programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Seguras” baseado no meu projeto de mestrado e relativamente ao qual analisamos os seus objetivos, pontos fortes e aspetos a melhorar na sua implementação e se o mesmo foi colocado em prática no município em estudo. Após oito anos, foi feito a comparação do Índice de Perigo de Incêndio para o interface urbano-florestal no Município de Vila Real, onde foram apresentadas diversas conclusões. Para terminar, foi feita a análise do incêndio florestal da Samardã que ocorreu em agosto de 2022. Este teve início a 21 de agosto pelas 07:04 horas e consumiu uma área de aproximadamente 5 548 ha, incidindo áreas de interface urbano-florestal, contribuindo para o aumento da complexidade no seu combate.
Autores principais:Fraga, Daniela Catarina Teixeira
Assunto:Incêndios Rurais Interface Urbano-Florestal
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Todos os anos ouvimos falar na comunicação social que os incêndios florestais ameaçam aglomerados populacionais, ou mesmo habitações isoladas, causando o pânico social na população em geral. Mais uma aldeia evacuada, habitações destruídas pelo fogo, inúmeros hectares de área ardida e mais uma vez Portugal pintado de negro. Para quando uma rápida atuação, por forma a minimizar os impactos associados a este fenómeno e aumentar a segurança da população face ao risco de incêndio? Perante tal questão, o desenvolvimento deste trabalho prende-se com a atualização os dados estudados em 2014 no âmbito da Dissertação para obtenção de Grau de Mestre em Engenharia Florestal e verificar as alterações que foram acontecendo ao longo dos anos dentro desta temática. Será que alguma coisa mudou? Oito anos depois, interessou-nos sobretudo perceber a evolução do conceito de Interface Urbano-Florestal, na sua dimensão científica, sendo feito uma análise sobre a evolução, deste conceito, quer em Portugal, quer em países de referência. Durante este período, surgiram os programas “Aldeia Segura” e “Pessoas Seguras” baseado no meu projeto de mestrado e relativamente ao qual analisamos os seus objetivos, pontos fortes e aspetos a melhorar na sua implementação e se o mesmo foi colocado em prática no município em estudo. Após oito anos, foi feito a comparação do Índice de Perigo de Incêndio para o interface urbano-florestal no Município de Vila Real, onde foram apresentadas diversas conclusões. Para terminar, foi feita a análise do incêndio florestal da Samardã que ocorreu em agosto de 2022. Este teve início a 21 de agosto pelas 07:04 horas e consumiu uma área de aproximadamente 5 548 ha, incidindo áreas de interface urbano-florestal, contribuindo para o aumento da complexidade no seu combate.