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Cartografia de povoamentos de pinheiro bravo em função das classes de qualidade e de produtividade: caso de estudo em Trás-os-Montes e Alto Douro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A floresta é o tipo de uso e ocupação do solo mais representativo em Portugal. Durante vários anos o pinheiro bravo foi a espécie com maior ocupação territorial desempenhando inúmeras funções, quer de produção quer ecológicas, tendo ainda um valor económico e social associado aos seus serviços. Contudo, um conjunto de adversidades ligadas à falta de ordenamento fez com que a expansão territorial desta espécie decrescesse. Este trabalho teve como objetivos: classificar os povoamentos em termos de classe de qualidade e criar uma carta de produtividade para o pinheiro bravo de forma a entender a produção atual dos povoamentos e determinar o possível proveito que se esperaria obter se nas áreas desprovidas de vegetação na região de Trás-os-Montes e Alto Douro fossem instalados povoamentos florestais com esta espécie. Os resultados alcançados mostram que o potencial produtivo do pinheiro bravo difere entre o distrito de Vila Real e Bragança. O distrito mais produtivo é Vila Real em que 91,5 % dos povoamentos puros estão listados numa classe de qualidade igual ou superior a 14 metros aos 35 anos, o que corresponde ao um AMA máximo de 8 m3/ha ano. O mesmo acontece para as áreas de matos, onde quase a totalidade da área assume uma classe de qualidade aos 35 anos de igual ou superior a 14 metros. Bragança é distrito com menos aptidão produtiva, mais de metade da região apresenta uma classe de qualidade aos 35 anos de 12 metros, correspondendo a um AMA máximo de 5 m3/ha ano.
Autores principais:Marques, António Sérgio Fernandes
Assunto:Gestão florestal Ordenamento do território Zonas de mato Funcionalidades do território Potencial produtivo
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:A floresta é o tipo de uso e ocupação do solo mais representativo em Portugal. Durante vários anos o pinheiro bravo foi a espécie com maior ocupação territorial desempenhando inúmeras funções, quer de produção quer ecológicas, tendo ainda um valor económico e social associado aos seus serviços. Contudo, um conjunto de adversidades ligadas à falta de ordenamento fez com que a expansão territorial desta espécie decrescesse. Este trabalho teve como objetivos: classificar os povoamentos em termos de classe de qualidade e criar uma carta de produtividade para o pinheiro bravo de forma a entender a produção atual dos povoamentos e determinar o possível proveito que se esperaria obter se nas áreas desprovidas de vegetação na região de Trás-os-Montes e Alto Douro fossem instalados povoamentos florestais com esta espécie. Os resultados alcançados mostram que o potencial produtivo do pinheiro bravo difere entre o distrito de Vila Real e Bragança. O distrito mais produtivo é Vila Real em que 91,5 % dos povoamentos puros estão listados numa classe de qualidade igual ou superior a 14 metros aos 35 anos, o que corresponde ao um AMA máximo de 8 m3/ha ano. O mesmo acontece para as áreas de matos, onde quase a totalidade da área assume uma classe de qualidade aos 35 anos de igual ou superior a 14 metros. Bragança é distrito com menos aptidão produtiva, mais de metade da região apresenta uma classe de qualidade aos 35 anos de 12 metros, correspondendo a um AMA máximo de 5 m3/ha ano.