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Avaliação do impacto no consumo de alimentos funcionais da população portuguesa durante a pandemia da covid-19

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Resumo:Desde os tempos antigos, os humanos têm consciência que uma alimentação equilibrada pode interferir com o sistema imunitário e procuram alimentos que tenham compostos bioativos para ajudar a reforçá-lo. Com a situação Pandémica vivida na atualidade, tornou-se ainda mais importante o auxílio do bom funcionamento do sistema imunitário, contribuindo desta forma para uma melhor recuperação em caso de doença. A COVID-19 é uma doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, este novo agente nunca tinha sido identificado antes em seres humanos, sendo identificado pela primeira vez na China, causando um surto mundial. Coronavírus (COVID-19), que se espalhou pelo mundo, causando consequências graves, este afeta cada pessoa de forma diferente. A maioria das pessoas infetadas desenvolvem a doença com sintomas de ligeiros a moderados e recupera-se sem necessidade de hospitalização. Sintomas mais comuns: tosse, febre, cansaço, perda de paladar e olfato. Sintomas menos comuns: dores de garganta, dor de cabeça, tensão e dores musculares, diarreia, irritação na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés, irritação ou vermelhidão ocular. Sintomas graves: Dificuldade respiratória ou falta de ar, perda da fala ou capacidade motora, ou confusão mental, ou dor no peito, morte. Durante a pandemia, os alimentos funcionais poderão ser potenciais candidatos terapêuticos para reforçar o sistema imunitário, uma vez que a imunidade se tornou uma das maiores preocupações. Neste contexto, a investigação procedeu-se ao estudo do impacto no consumo de alimentos funcionais por parte portugueses, antes de surgir a pandemia e durante o confinamento, o conhecimento dos mesmos sobre o tema, frequência e consumo bem como a crença sobre a eficácia dos alimentos funcionais para o reforço do sistema imunitário. Para a realização da investigação em estudo, foi utilizado o método quantitativo, através de um questionário online a uma amostra da população portuguesa, que resultou na participação de 138 inquiridos. Foi realizada uma caracterização sociodemográfica, por meio de uma análise descritiva (estatística) dos dados, assim como análise inferencial (test-t para amostras independentes) para comparar as situações em ambos os sexos (feminino e masculino). Deste modo, foi possível percecionar que amostra da população portuguesa em estudo apresenta ter conhecimentos do conceito de alimentos funcionais e os seus compostos bioativos. Com base dos resultados obtidos, verificou-se que o sexo feminino é um grande consumidor de alimentos funcionais em ambas as situações (antes e durante a pandemia), ocorrendo também um aumento de consumo regular durante a pandemia; consomem 3 vezes por semana (antes da pandemia) passando posteriormente a consumir todos os dias da semana. O sexo masculino antes da pandemia consumia sempre alimentos funcionais, no entanto ocorreu uma diminuição durante a pandemia; em ambas as situações consomem todos os dias da semana. Ambos os sexos têm especial atenção aos alimentos que apresentam características funcionais, com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias em ambas as situações, destacando-se as frutas e legumes. Com base nestes resultados, pode-se afirmar que ambos os sexos mencionam que os alimentos funcionais contribuem para o reforço do sistema imunitário, através dos compostos bioativos em ambas as situações. Assim também afirmam que irão manter o consumo dos alimentos funcionais após a estabilização ou fim da pandemia.
Autores principais:Silva, Sandra Raquel da Costa
Assunto:compostos bioativos COVID
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:Desde os tempos antigos, os humanos têm consciência que uma alimentação equilibrada pode interferir com o sistema imunitário e procuram alimentos que tenham compostos bioativos para ajudar a reforçá-lo. Com a situação Pandémica vivida na atualidade, tornou-se ainda mais importante o auxílio do bom funcionamento do sistema imunitário, contribuindo desta forma para uma melhor recuperação em caso de doença. A COVID-19 é uma doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, este novo agente nunca tinha sido identificado antes em seres humanos, sendo identificado pela primeira vez na China, causando um surto mundial. Coronavírus (COVID-19), que se espalhou pelo mundo, causando consequências graves, este afeta cada pessoa de forma diferente. A maioria das pessoas infetadas desenvolvem a doença com sintomas de ligeiros a moderados e recupera-se sem necessidade de hospitalização. Sintomas mais comuns: tosse, febre, cansaço, perda de paladar e olfato. Sintomas menos comuns: dores de garganta, dor de cabeça, tensão e dores musculares, diarreia, irritação na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés, irritação ou vermelhidão ocular. Sintomas graves: Dificuldade respiratória ou falta de ar, perda da fala ou capacidade motora, ou confusão mental, ou dor no peito, morte. Durante a pandemia, os alimentos funcionais poderão ser potenciais candidatos terapêuticos para reforçar o sistema imunitário, uma vez que a imunidade se tornou uma das maiores preocupações. Neste contexto, a investigação procedeu-se ao estudo do impacto no consumo de alimentos funcionais por parte portugueses, antes de surgir a pandemia e durante o confinamento, o conhecimento dos mesmos sobre o tema, frequência e consumo bem como a crença sobre a eficácia dos alimentos funcionais para o reforço do sistema imunitário. Para a realização da investigação em estudo, foi utilizado o método quantitativo, através de um questionário online a uma amostra da população portuguesa, que resultou na participação de 138 inquiridos. Foi realizada uma caracterização sociodemográfica, por meio de uma análise descritiva (estatística) dos dados, assim como análise inferencial (test-t para amostras independentes) para comparar as situações em ambos os sexos (feminino e masculino). Deste modo, foi possível percecionar que amostra da população portuguesa em estudo apresenta ter conhecimentos do conceito de alimentos funcionais e os seus compostos bioativos. Com base dos resultados obtidos, verificou-se que o sexo feminino é um grande consumidor de alimentos funcionais em ambas as situações (antes e durante a pandemia), ocorrendo também um aumento de consumo regular durante a pandemia; consomem 3 vezes por semana (antes da pandemia) passando posteriormente a consumir todos os dias da semana. O sexo masculino antes da pandemia consumia sempre alimentos funcionais, no entanto ocorreu uma diminuição durante a pandemia; em ambas as situações consomem todos os dias da semana. Ambos os sexos têm especial atenção aos alimentos que apresentam características funcionais, com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias em ambas as situações, destacando-se as frutas e legumes. Com base nestes resultados, pode-se afirmar que ambos os sexos mencionam que os alimentos funcionais contribuem para o reforço do sistema imunitário, através dos compostos bioativos em ambas as situações. Assim também afirmam que irão manter o consumo dos alimentos funcionais após a estabilização ou fim da pandemia.