Publicação
Reconfigurações (culturais): práticas e tradições do Douro e a escrita de Henrique Saraiva
| Resumo: | A perceção da cultura enquanto fenómeno regional tem vindo a ganhar maior visibilidade muito por conta das novas estratégias de (re) valorização dos locais. Na tentativa de explorar as suas melhores potencialidades cada região explora e reflete sobre os seus elementos distintivos – uma constante busca pela identidade cultural. Neste sentido o Douro, enquanto Património Cultural da Humanidade vem, desde longa data, a assumir-se no panorama nacional e internacional como ponto de referência no que ao reaproveitamento dos recursos naturais e das práticas ancestrais diz respeito. Na (re) descoberta da identidade, a memória e as representações surgem como elementos fundamentais para a constituição dessa mesma identidade cultural. De acordo com tais pressupostos, os arquivos pessoais e em concreto a escrita surgem como fontes cruciais para o conhecimento de um passado que, em larga medida, constitui a identidade do presente. Assim, procuram-se os lugares da história através dos atores comuns, esses Homens anónimos. Henrique Saraiva escreveu memórias pessoais, que se entrelaçam com as memórias coletivas e culturais do grupo em que estava inserido – os marinheiros do rio Douro. Assim, a obra de Saraiva é aqui interpretada como um contributo para a confirmação identitária da região duriense. |
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| Autores principais: | Saraiva, Margarida Celeste Rodrigues |
| Assunto: | Douro Identidade Memória |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | A perceção da cultura enquanto fenómeno regional tem vindo a ganhar maior visibilidade muito por conta das novas estratégias de (re) valorização dos locais. Na tentativa de explorar as suas melhores potencialidades cada região explora e reflete sobre os seus elementos distintivos – uma constante busca pela identidade cultural. Neste sentido o Douro, enquanto Património Cultural da Humanidade vem, desde longa data, a assumir-se no panorama nacional e internacional como ponto de referência no que ao reaproveitamento dos recursos naturais e das práticas ancestrais diz respeito. Na (re) descoberta da identidade, a memória e as representações surgem como elementos fundamentais para a constituição dessa mesma identidade cultural. De acordo com tais pressupostos, os arquivos pessoais e em concreto a escrita surgem como fontes cruciais para o conhecimento de um passado que, em larga medida, constitui a identidade do presente. Assim, procuram-se os lugares da história através dos atores comuns, esses Homens anónimos. Henrique Saraiva escreveu memórias pessoais, que se entrelaçam com as memórias coletivas e culturais do grupo em que estava inserido – os marinheiros do rio Douro. Assim, a obra de Saraiva é aqui interpretada como um contributo para a confirmação identitária da região duriense. |
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