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Caracterização do potencial energético de Trás-os-Montes e Alto Douro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As políticas energéticas adoptadas pela União Europeia e mais concretamente por Portugal demonstram sérias preocupações devido ao excessivo consumo de energia fóssil e respectivos impactes resultantes desse mesmo consumo, sendo por isso fundamental a aposta na redução do consumo de energia, ou seja, na implementação de medidas que conduzam à eficiência energética de modo a poupar os mais diversos recursos do planeta bem como a promover a utilização de fontes de energia renovável. Portanto, apresentam-se como principais metas definidas pelo nosso país junto da União Europeia a redução do consumo de energia primária em 20% (meta da eficiência energética), o aumento do recurso a energias renováveis para 20% do mix europeu (sendo a meta indicativa para Portugal de 31%), e ainda a incorporação de 20% dos biocombustíveis nos carburantes até 2020. Como tal, de forma a definir prioridades para intervenções, investimentos ou correcções, torna-se fundamental a realização da caracterização energética de qualquer região. A caracterização energética de uma determinada região passa essencialmente pela avaliação da capacidade instalada de produção de energia, pela previsão da capacidade produtiva futura da região bem como pela evolução do consumo de energia e impactes resultantes. Para tal, é essencial caracterizar a região quanto aos factores que influenciam directamente o potencial energético e perceber se estes influenciam positiva ou negativamente as diversas fontes de produção de energia da região sendo igualmente essencial avaliar os recursos endógenos de aproveitamento energético da região.
Autores principais:Afonso, João Costa Angélico
Assunto:Energia elétrica Energias renováveis Eficiência energética
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Idioma:português
Origem:Repositório da UTAD
Descrição
Resumo:As políticas energéticas adoptadas pela União Europeia e mais concretamente por Portugal demonstram sérias preocupações devido ao excessivo consumo de energia fóssil e respectivos impactes resultantes desse mesmo consumo, sendo por isso fundamental a aposta na redução do consumo de energia, ou seja, na implementação de medidas que conduzam à eficiência energética de modo a poupar os mais diversos recursos do planeta bem como a promover a utilização de fontes de energia renovável. Portanto, apresentam-se como principais metas definidas pelo nosso país junto da União Europeia a redução do consumo de energia primária em 20% (meta da eficiência energética), o aumento do recurso a energias renováveis para 20% do mix europeu (sendo a meta indicativa para Portugal de 31%), e ainda a incorporação de 20% dos biocombustíveis nos carburantes até 2020. Como tal, de forma a definir prioridades para intervenções, investimentos ou correcções, torna-se fundamental a realização da caracterização energética de qualquer região. A caracterização energética de uma determinada região passa essencialmente pela avaliação da capacidade instalada de produção de energia, pela previsão da capacidade produtiva futura da região bem como pela evolução do consumo de energia e impactes resultantes. Para tal, é essencial caracterizar a região quanto aos factores que influenciam directamente o potencial energético e perceber se estes influenciam positiva ou negativamente as diversas fontes de produção de energia da região sendo igualmente essencial avaliar os recursos endógenos de aproveitamento energético da região.