Publicação
A supervisão pedagógica em equipas de intervenção precoce: uma experiência profissional reflexiva
| Resumo: | Ao longo dos últimos vinte e cinco anos, o interesse pela Intervenção Precoce tem vindo a crescer em Portugal, estando diretamente envolvidas áreas como a Saúde, a Educação e as Ciências Sociais. Considera-se o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI) um conjunto de medidas de apoio integrado, compreendendo ações no âmbito da reabilitação e da prevenção, centrado na família e na criança, envolvendo a educação, a saúde e a ação social, com a missão de prevenir o aparecimento ou o agravamento do problema da criança e reforçando a capacitação da família, para que, o mais precoce e autonomamente possível, enfrentem a problemática da criança. A intervenção precoce destina-se a crianças até aos seis anos de idade com alterações ou em risco de apresentar alterações nas estruturas ou funções do corpo. Apresenta-se como uma resposta governamental que no futuro assegurará a estas crianças – e aos adultos em que se irão transformar – a concretização do direito à participação e à inclusão social. A legislação prevê a criação de Equipas Locais de Intervenção (ELI), atribuindo-lhes várias competências. No entanto, nas práticas recomendadas em Intervenção Precoce na Infância (IPI), existe um conjunto de referências e de prossupostos que seguem os mesmos princípios e respeitam os mesmos fundamentos, respondendo às necessidades do Sistema que propõe uma supervisão reflexiva, em que cada reunião de supervisão é única. Com este relatório pretende-se (1) refletir sobre a prática de supervisão que tem vindo a ser desenvolvida no distrito de Vila Real ao longo de cinco anos letivos (2013/2018), abrangendo as três ELI (Sabrosa, Alto Tâmega Barroso, Santa Marta de Penaguião); (2) detetar erros que possam vir a ser encontrados no decurso desta reflexão; (3) e refletir sobre as melhores alternativas para realizar uma reunião de supervisão pedagógica bem sucedida. |
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| Autores principais: | Gil, Paula Cristina Relvas Pena |
| Assunto: | supervisão pedagógica intervenção precoce na infância práticas de supervisão |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da UTAD |
| Resumo: | Ao longo dos últimos vinte e cinco anos, o interesse pela Intervenção Precoce tem vindo a crescer em Portugal, estando diretamente envolvidas áreas como a Saúde, a Educação e as Ciências Sociais. Considera-se o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI) um conjunto de medidas de apoio integrado, compreendendo ações no âmbito da reabilitação e da prevenção, centrado na família e na criança, envolvendo a educação, a saúde e a ação social, com a missão de prevenir o aparecimento ou o agravamento do problema da criança e reforçando a capacitação da família, para que, o mais precoce e autonomamente possível, enfrentem a problemática da criança. A intervenção precoce destina-se a crianças até aos seis anos de idade com alterações ou em risco de apresentar alterações nas estruturas ou funções do corpo. Apresenta-se como uma resposta governamental que no futuro assegurará a estas crianças – e aos adultos em que se irão transformar – a concretização do direito à participação e à inclusão social. A legislação prevê a criação de Equipas Locais de Intervenção (ELI), atribuindo-lhes várias competências. No entanto, nas práticas recomendadas em Intervenção Precoce na Infância (IPI), existe um conjunto de referências e de prossupostos que seguem os mesmos princípios e respeitam os mesmos fundamentos, respondendo às necessidades do Sistema que propõe uma supervisão reflexiva, em que cada reunião de supervisão é única. Com este relatório pretende-se (1) refletir sobre a prática de supervisão que tem vindo a ser desenvolvida no distrito de Vila Real ao longo de cinco anos letivos (2013/2018), abrangendo as três ELI (Sabrosa, Alto Tâmega Barroso, Santa Marta de Penaguião); (2) detetar erros que possam vir a ser encontrados no decurso desta reflexão; (3) e refletir sobre as melhores alternativas para realizar uma reunião de supervisão pedagógica bem sucedida. |
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