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Fatores que influenciam as atitudes dos pares face à inclusão na Região Autónoma da Madeira

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação teve como objetivo estudar os fatores que influenciam as atitudes dos pares em relação à inclusão de crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais (NEE) em escolas do ensino regular. Para isso, foram recolhidos dados junto de uma amostra constituída por 1187 participantes, de 2.º e 3.º ciclos, provenientes da Região Autónoma da Madeira com a Escala Chedoke-McMaster Attitudes Towards Children with Handicaps (Rosenbaum, Armstrong, & King, 1986), a Escala de Qualidade de vida – KIDSCREEN-10 (Ravens-Sieberer et al., 2001), a Escala de Suporte Social (Vaux et al., 1986) e um breve questionário sociodemográfico. Os resultados indicaram diferenças significativas entre as variáveis pessoais como o género, idade, escolaridade, reprovações, assim como na proximidade, contacto e no conhecimento face às NEE. A análise dos dados permitiu, também, perceber uma relação positiva e significativa nas atitudes em função da qualidade de vida e suporte social, sendo que, no que concerne a este último, os resultados obtidos indicam que a o apoio social da família e dos professores são as fontes mais fortes associadas às atitudes. Verificamos ainda que a qualidade de vida, o suporte social dos amigos e da família, o conhecimento e a proximidade são variáveis preditoras das atitudes.
Autores principais:Gomes, Andreia Rubina Gouveia
Assunto:Atitudes Pares Inclusão Qualidade de vida Suporte social Attitudes Peers Inclusion Quality of life Social support
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:A presente investigação teve como objetivo estudar os fatores que influenciam as atitudes dos pares em relação à inclusão de crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais (NEE) em escolas do ensino regular. Para isso, foram recolhidos dados junto de uma amostra constituída por 1187 participantes, de 2.º e 3.º ciclos, provenientes da Região Autónoma da Madeira com a Escala Chedoke-McMaster Attitudes Towards Children with Handicaps (Rosenbaum, Armstrong, & King, 1986), a Escala de Qualidade de vida – KIDSCREEN-10 (Ravens-Sieberer et al., 2001), a Escala de Suporte Social (Vaux et al., 1986) e um breve questionário sociodemográfico. Os resultados indicaram diferenças significativas entre as variáveis pessoais como o género, idade, escolaridade, reprovações, assim como na proximidade, contacto e no conhecimento face às NEE. A análise dos dados permitiu, também, perceber uma relação positiva e significativa nas atitudes em função da qualidade de vida e suporte social, sendo que, no que concerne a este último, os resultados obtidos indicam que a o apoio social da família e dos professores são as fontes mais fortes associadas às atitudes. Verificamos ainda que a qualidade de vida, o suporte social dos amigos e da família, o conhecimento e a proximidade são variáveis preditoras das atitudes.