Publicação
Marcas empáticas : um estudo exploratório para a medição e avaliação da empatia no sector automóvel
| Resumo: | Em pleno século XXI é crescente o número de marcas envolvidas no mercado e em toda a vida quotidiana. A necessidade de criar e manter um relacionamento poderoso e emocional entre marcas e consumidores é então uma das preocupações constantes, principalmente por parte dos profissionais das áreas do Marketing e da Publicidade. Através da humanização das marcas é possível gerar um relacionamento mais emocional, bem construído e recíproco entre as duas partes (marca e consumidor), e desta forma as experiências geradas passam a ser distintas de todas as já alguma vez desenvolvidas. Por ser um tema pouco abordado ainda na área das marcas e, especialmente, do Marketing em geral, a empatia caracteriza-se como uma forte aposta para o amanhã de qualquer organização, para que haja uma maior e melhor ligação entre estas e o seu público-alvo, não só atuais como futuros consumidores, desenvolvendo assim fortes relações emocionais entre eles. Neste sentido, o objetivo deste projeto passa por desenvolver num novo modelo de medição e avaliação empática por parte das empresas, para que seja possível compreender de que forma estas se caracterizam (ou não) como empáticas para os seus consumidores. Para uma melhor compreensão e análise de dados, surgiu então a ideia de estudar um setor específico, para que fosse mais simples para os consumidores responderem aos variados itens do modelo proposto. Assim, o setor escolhido foi então o setor automóvel. Em suma, compreendeu-se que as marcas top-of-mind (selecionadas perante uma amostra inicial) deste setor se caracterizam como pouco empáticas para os seus consumidores atuais bem como a comunicação publicitária criada pelas mesmas. Perante estes dados, concluiu- se então que existe uma possibilidade por parte destas marcas de se posicionarem de forma mais positiva e com uma capacidade empática superior, para os seus futuros compradores. |
|---|---|
| Autores principais: | Gregório, Mafalda Sotto Maior Veloso |
| Assunto: | Empatia Antropomorfismo Marcas Setor automóvel Marketing Empathy Anthropomorphism Brands Automotive sector |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Católica Portuguesa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa |
| Resumo: | Em pleno século XXI é crescente o número de marcas envolvidas no mercado e em toda a vida quotidiana. A necessidade de criar e manter um relacionamento poderoso e emocional entre marcas e consumidores é então uma das preocupações constantes, principalmente por parte dos profissionais das áreas do Marketing e da Publicidade. Através da humanização das marcas é possível gerar um relacionamento mais emocional, bem construído e recíproco entre as duas partes (marca e consumidor), e desta forma as experiências geradas passam a ser distintas de todas as já alguma vez desenvolvidas. Por ser um tema pouco abordado ainda na área das marcas e, especialmente, do Marketing em geral, a empatia caracteriza-se como uma forte aposta para o amanhã de qualquer organização, para que haja uma maior e melhor ligação entre estas e o seu público-alvo, não só atuais como futuros consumidores, desenvolvendo assim fortes relações emocionais entre eles. Neste sentido, o objetivo deste projeto passa por desenvolver num novo modelo de medição e avaliação empática por parte das empresas, para que seja possível compreender de que forma estas se caracterizam (ou não) como empáticas para os seus consumidores. Para uma melhor compreensão e análise de dados, surgiu então a ideia de estudar um setor específico, para que fosse mais simples para os consumidores responderem aos variados itens do modelo proposto. Assim, o setor escolhido foi então o setor automóvel. Em suma, compreendeu-se que as marcas top-of-mind (selecionadas perante uma amostra inicial) deste setor se caracterizam como pouco empáticas para os seus consumidores atuais bem como a comunicação publicitária criada pelas mesmas. Perante estes dados, concluiu- se então que existe uma possibilidade por parte destas marcas de se posicionarem de forma mais positiva e com uma capacidade empática superior, para os seus futuros compradores. |
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