Publicação

Relação entre linguagem e constituição psíquica em um caso de autismo

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Esse trabalho trata-se de um estudo de caso de um menino de 2 anos e seis meses, com um diagnóstico psiquiátrico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), atendido no Grupo de Avaliação e Prevenção de Alterações de Linguagem (GAPAL/FCM/UNICAMP) e justifica-se devido à importância da intervenção precoce em casos em que há indicadores de risco psíquico. A partir de uma fundamentação psicanalítica, pode-se considerar a posição autista como uma recusa à entrada na ordem da linguagem, o que gera uma série de impasses para a constituição psíquica do sujeito. O estudo teve por objetivos discutir os efeitos na linguagem do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e analisar os recursos do manhês e da musicalidade como ferramentas na terapia fonoaudiológica. Conclui-se que o uso do manhês e da musicalidade, nos momentos fugazes de brincadeira compartilhada, foram estratégias terapêuticas importantes ao longo do atendimento fonoaudiológico.
Autores principais:Rodrigues, Rosa Vilela
Outros Autores:Ribeiro, Filipa; Mineiro, Ana
Assunto:Autismo Psicanálise Intervenção precoce
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:Esse trabalho trata-se de um estudo de caso de um menino de 2 anos e seis meses, com um diagnóstico psiquiátrico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), atendido no Grupo de Avaliação e Prevenção de Alterações de Linguagem (GAPAL/FCM/UNICAMP) e justifica-se devido à importância da intervenção precoce em casos em que há indicadores de risco psíquico. A partir de uma fundamentação psicanalítica, pode-se considerar a posição autista como uma recusa à entrada na ordem da linguagem, o que gera uma série de impasses para a constituição psíquica do sujeito. O estudo teve por objetivos discutir os efeitos na linguagem do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e analisar os recursos do manhês e da musicalidade como ferramentas na terapia fonoaudiológica. Conclui-se que o uso do manhês e da musicalidade, nos momentos fugazes de brincadeira compartilhada, foram estratégias terapêuticas importantes ao longo do atendimento fonoaudiológico.