Publicação
Polimedicação no idoso
| Resumo: | O envelhecimento gradual da população e aumento da prevalência de patologias crónicas, conduzem ao aparecimento de guidelines que implicam polimedicação e recurso a fármacos considerados potencialmente inapropriados para os idosos (embora estando adequados às patologias diagnosticadas). Objectivo: Conhecer a melhor evidência sobre a polimedicação nos idosos. Metodologia: Revisão bibliográfica, utilizando as palavras/expressões-chave: polymedication, polypharmacy, medication, inappropriate, prescription, elderly e older, nas bases de dados “The Cochrane Library”, “Science Direct”, “CINAHL” e “Up to date”; tendo como critérios de selecção a pertinência, metodologia e data de publicação. Resultados: Verifica-se que os idosos, para além de terem alterações fisiológicas que potenciam a adversidade dos fármacos, são também os que mais consomem e que recorrem frequentemente a vários prescritores, factores que influenciam a adesão ao regime terapêutico. O risco de interacção aumenta exponencialmente com o número de fármacos prescrito, estando os idosos institucionalizados em maior risco. Por ano, estimam-se cerca de 140.000 mortes, sendo que, as interacções medicamentosas justificam 50% das urgências hospitalares. Conclusão: Os profissionais de saúde que se centram nos projectos individuais de saúde dos cidadãos estão em posição privilegiada para ponderar/sugerir que fármacos deverão estes iniciar, continuar e/ou interromper, proporcionando o máximo benefício, com menores riscos e custo. |
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| Autores principais: | Santos, Mónica |
| Outros Autores: | Almeida, Armando |
| Assunto: | Polimedicação Prescrição Idosos |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Católica Portuguesa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa |
| Resumo: | O envelhecimento gradual da população e aumento da prevalência de patologias crónicas, conduzem ao aparecimento de guidelines que implicam polimedicação e recurso a fármacos considerados potencialmente inapropriados para os idosos (embora estando adequados às patologias diagnosticadas). Objectivo: Conhecer a melhor evidência sobre a polimedicação nos idosos. Metodologia: Revisão bibliográfica, utilizando as palavras/expressões-chave: polymedication, polypharmacy, medication, inappropriate, prescription, elderly e older, nas bases de dados “The Cochrane Library”, “Science Direct”, “CINAHL” e “Up to date”; tendo como critérios de selecção a pertinência, metodologia e data de publicação. Resultados: Verifica-se que os idosos, para além de terem alterações fisiológicas que potenciam a adversidade dos fármacos, são também os que mais consomem e que recorrem frequentemente a vários prescritores, factores que influenciam a adesão ao regime terapêutico. O risco de interacção aumenta exponencialmente com o número de fármacos prescrito, estando os idosos institucionalizados em maior risco. Por ano, estimam-se cerca de 140.000 mortes, sendo que, as interacções medicamentosas justificam 50% das urgências hospitalares. Conclusão: Os profissionais de saúde que se centram nos projectos individuais de saúde dos cidadãos estão em posição privilegiada para ponderar/sugerir que fármacos deverão estes iniciar, continuar e/ou interromper, proporcionando o máximo benefício, com menores riscos e custo. |
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