Publicação
A qualidade de vida das pessoas idosas e as novas tecnologias
| Resumo: | A presente tese de dissertação centra-se na análise e compreensão do impacte das novas tecnologias de informação e comunicação na qualidade de vida das pessoas idosas no âmbito da intervenção social. No plano conceptual, recorreu-se a diferentes abordagens teóricas que contribuíram para o cruzamento de visões de análise. Neste pano de fundo, o fenómeno do progresso tecnológico impulsionado pela globalização apresenta novas situações de exclusão. As tecnologias ocupam um espaço relevante no quotidiano e o seu crescimento tem forte impacte nas sociedades. A este processo de mudança associa-se o envelhecimento populacional, levantando desafios significativos à sociedade, realçando o papel que estas tecnologias podem desempenhar na qualidade de vida dos idosos. A perceção deste conceito de carácter multidimensional evidencia as dimensões de bem-estar físico, relações sociais, desenvolvimento social e participação. No plano empírico, realizou-se um estudo exploratório, privilegiando a abordagem indutiva pela interpretação das vivências dos participantes e a sua compreensão, comparando dois projetos sociais de intervenção, um ao nível da teleassistência e outro da aprendizagem ao longo da vida. Como tal, os participantes do estudo foram selecionados por conveniência e por homogeneização, entrevistando-se quatro técnicos de intervenção social e vinte pessoas idosas. Os dados obtidos foram analisados qualitativamente, por meio de análise de conteúdo de codificação temática, baseada na descrição de casos e suas diversas visões. Conclui-se que as tecnologias aqui estudadas contribuem para o aumento da qualidade de vida dos idosos, promovendo a autonomia, permitindo amplificar o campo de ação pessoal, aumentar conhecimentos e aceder a informação; favorecem a relação social, fomentam a participação, as capacidades cognitivas e quebram o sentimento de isolamento e solidão. |
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| Autores principais: | Vaz, Carolina Maria Mendes |
| Assunto: | Envelhecimento Tecnologias da informação e comunicação Qualidade de vida Ageing Information and communication technologies Quality of life |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Católica Portuguesa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa |
| Resumo: | A presente tese de dissertação centra-se na análise e compreensão do impacte das novas tecnologias de informação e comunicação na qualidade de vida das pessoas idosas no âmbito da intervenção social. No plano conceptual, recorreu-se a diferentes abordagens teóricas que contribuíram para o cruzamento de visões de análise. Neste pano de fundo, o fenómeno do progresso tecnológico impulsionado pela globalização apresenta novas situações de exclusão. As tecnologias ocupam um espaço relevante no quotidiano e o seu crescimento tem forte impacte nas sociedades. A este processo de mudança associa-se o envelhecimento populacional, levantando desafios significativos à sociedade, realçando o papel que estas tecnologias podem desempenhar na qualidade de vida dos idosos. A perceção deste conceito de carácter multidimensional evidencia as dimensões de bem-estar físico, relações sociais, desenvolvimento social e participação. No plano empírico, realizou-se um estudo exploratório, privilegiando a abordagem indutiva pela interpretação das vivências dos participantes e a sua compreensão, comparando dois projetos sociais de intervenção, um ao nível da teleassistência e outro da aprendizagem ao longo da vida. Como tal, os participantes do estudo foram selecionados por conveniência e por homogeneização, entrevistando-se quatro técnicos de intervenção social e vinte pessoas idosas. Os dados obtidos foram analisados qualitativamente, por meio de análise de conteúdo de codificação temática, baseada na descrição de casos e suas diversas visões. Conclui-se que as tecnologias aqui estudadas contribuem para o aumento da qualidade de vida dos idosos, promovendo a autonomia, permitindo amplificar o campo de ação pessoal, aumentar conhecimentos e aceder a informação; favorecem a relação social, fomentam a participação, as capacidades cognitivas e quebram o sentimento de isolamento e solidão. |
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