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O uso da atividade física como ferramenta no combate ao Alzheimer

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta pesquisa busca, través de uma revisão sistemática, discutir o tratamento da Doença de Alzheimer (DA) através da prática de exercícios físicos, no sentido de trazer os mais importantes entendimentos e demonstrar a necessidade de estímulo dos idosos a esta prática, de forma a ser alcançada a longevidade com qualidade de vida e o bem-estar, com a respetiva saúde mental, de maneira a retardar a DA e impedir o seu avanço. A educação física é também o instrumento de prevenção do desenvolvimento da doença de Alzheimer, particularmente, entre as pessoas que chegam à velhice e procuram manter-se ativas. O surgimento da doença faz com que o idoso tenha sua vida totalmente transformada, onde sua autonomia é perdida e, quando assim é, o idoso passa a depender dos cuidados de familiares ou de cuidadores o que para muitos é o início das depressões. Assim, a proposta da realização de exercício físico tem como objetivo fazer com que as atividades, sejam elas leves ou moderadas, causem determinados impactos no cérebro, de forma a proteger as funções essenciais à manutenção da independência do idoso e, no caso da pessoa já sofrer da Doença de Alzheimer, fazer com que o seu avanço não seja acelerado, uma vez que esta doença promove uma total dependência em consequência da perda de funções e habilidades, antes comuns à sua prática cotidiana.
Autores principais:Miguel Filho, Cosme Marcelino
Assunto:Exercício físico Doença de Alzheimer Atividade cerebral Cognição Physical exercise Alzheimer's disease Brain activity Cognition
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:Esta pesquisa busca, través de uma revisão sistemática, discutir o tratamento da Doença de Alzheimer (DA) através da prática de exercícios físicos, no sentido de trazer os mais importantes entendimentos e demonstrar a necessidade de estímulo dos idosos a esta prática, de forma a ser alcançada a longevidade com qualidade de vida e o bem-estar, com a respetiva saúde mental, de maneira a retardar a DA e impedir o seu avanço. A educação física é também o instrumento de prevenção do desenvolvimento da doença de Alzheimer, particularmente, entre as pessoas que chegam à velhice e procuram manter-se ativas. O surgimento da doença faz com que o idoso tenha sua vida totalmente transformada, onde sua autonomia é perdida e, quando assim é, o idoso passa a depender dos cuidados de familiares ou de cuidadores o que para muitos é o início das depressões. Assim, a proposta da realização de exercício físico tem como objetivo fazer com que as atividades, sejam elas leves ou moderadas, causem determinados impactos no cérebro, de forma a proteger as funções essenciais à manutenção da independência do idoso e, no caso da pessoa já sofrer da Doença de Alzheimer, fazer com que o seu avanço não seja acelerado, uma vez que esta doença promove uma total dependência em consequência da perda de funções e habilidades, antes comuns à sua prática cotidiana.