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Probióticos : uma abordagem integrada entre a saúde cerebral, o bem-estar emocial e a sustentabilidade ambiental

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo pretendeu explorar o impacto do consumo de probióticos, neste caso a Kombucha, ao nível da frequência cardíaca e do bem-estar psicológico (ansiedade, depressão e stress). Além disso, pretendeu também avaliar a relação entre o consumo de probióticos e as preocupações ambientais dos consumidores. Neste estudo participaram 93 participantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 38 anos. Os participantes foram testados antes e após os 30 dias do consumo de Kombucha. Os resultados demonstraram que não existem diferenças estatisticamente significativas entre a frequência cardíaca antes e após o consumo de Kombucha. Contudo, os resultados demonstraram que existem diferenças estatisticamente significativas na perceção do bem-estar psicológico antes e após o consumo de Kombucha. No que concerne à relação entre o consumo de probióticos e as preocupações ambientais dos consumidores, apenas foi verificada uma associação estatisticamente significativa entre o consumo de iogurtes probióticos e o nível de preocupação sobre o impacto social, ético e ambiental da indústria dos alimentos. O presente estudo contribuiu para o aumento do conhecimento sobre o consumo de probióticos e de Kombucha e alertou para a importância deste tema para a promoção da saúde em geral e da sustentabilidade.
Autores principais:Leite, Inês Caiano Pereira
Assunto:Probióticos Eixo cérebro-intestino Saúde cerebral Bem-estar Preocupação ambiental Probiotics Gut-brain axis Brain health Well-being Environmental concern
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:O presente estudo pretendeu explorar o impacto do consumo de probióticos, neste caso a Kombucha, ao nível da frequência cardíaca e do bem-estar psicológico (ansiedade, depressão e stress). Além disso, pretendeu também avaliar a relação entre o consumo de probióticos e as preocupações ambientais dos consumidores. Neste estudo participaram 93 participantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 38 anos. Os participantes foram testados antes e após os 30 dias do consumo de Kombucha. Os resultados demonstraram que não existem diferenças estatisticamente significativas entre a frequência cardíaca antes e após o consumo de Kombucha. Contudo, os resultados demonstraram que existem diferenças estatisticamente significativas na perceção do bem-estar psicológico antes e após o consumo de Kombucha. No que concerne à relação entre o consumo de probióticos e as preocupações ambientais dos consumidores, apenas foi verificada uma associação estatisticamente significativa entre o consumo de iogurtes probióticos e o nível de preocupação sobre o impacto social, ético e ambiental da indústria dos alimentos. O presente estudo contribuiu para o aumento do conhecimento sobre o consumo de probióticos e de Kombucha e alertou para a importância deste tema para a promoção da saúde em geral e da sustentabilidade.