Publicação
A dimensão eclesial da fé cristã em J. Ratzinger : o eu e o nós da fé face ao relativismo contemporâneo
| Resumo: | RESUMO: O mundo atual tem passado por muitas transformações. Há uma forte reivindicação da liberdade individual, que tem colocado o indivíduo como centro do universo. Este individualismo leva a uma nova conceção antropológica que se afasta da conceção cristã. Surge uma ‘ditadura do relativismo’. Tudo isso influenciado por doutrinas e correntes ideológicas que surgiram no curso da história. J. Ratzinger, sempre atento a estas transformações, e sabendo que elas influenciam os crentes, apresenta a dimensão eclesial da fé cristã como uma dimensão irrenunciável do cristianismo. Educar para a eclesialidade da fé cristã, recuperando o seu verdadeiro sentido, é uma forma de ajudar os cristãos na cultura contemporânea onde predomina uma “ditatura do relativismo”. A Igreja tem uma pedagogia própria, que corre ao longo da sua Tradição. O anúncio, isto é, a proclamação do kerigma, é estrutural, pois suscita a fé. Esta é alimentada sempre nos dois pilares fundamentais do cristianismo: Palavra e sacramento. Assim, a liturgia é o lugar privilegiado da vida (modo de ser) da Igreja, do crente. Só assim podese superar o individualismo. Operando uma verdadeira conversão: o sair do “eu” e passar ao “nós”, encontrando o justo equilíbrio entre o “eu” da fé e o “nós” eclesial. |
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| Autores principais: | Santos, Lúcio Lopes dos |
| Assunto: | Individualismo Subjetivismo Relativismo Fé Batismo Igreja Individualism Subjectivism Relativism Faith Baptism Church |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Católica Portuguesa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa |
| Resumo: | RESUMO: O mundo atual tem passado por muitas transformações. Há uma forte reivindicação da liberdade individual, que tem colocado o indivíduo como centro do universo. Este individualismo leva a uma nova conceção antropológica que se afasta da conceção cristã. Surge uma ‘ditadura do relativismo’. Tudo isso influenciado por doutrinas e correntes ideológicas que surgiram no curso da história. J. Ratzinger, sempre atento a estas transformações, e sabendo que elas influenciam os crentes, apresenta a dimensão eclesial da fé cristã como uma dimensão irrenunciável do cristianismo. Educar para a eclesialidade da fé cristã, recuperando o seu verdadeiro sentido, é uma forma de ajudar os cristãos na cultura contemporânea onde predomina uma “ditatura do relativismo”. A Igreja tem uma pedagogia própria, que corre ao longo da sua Tradição. O anúncio, isto é, a proclamação do kerigma, é estrutural, pois suscita a fé. Esta é alimentada sempre nos dois pilares fundamentais do cristianismo: Palavra e sacramento. Assim, a liturgia é o lugar privilegiado da vida (modo de ser) da Igreja, do crente. Só assim podese superar o individualismo. Operando uma verdadeira conversão: o sair do “eu” e passar ao “nós”, encontrando o justo equilíbrio entre o “eu” da fé e o “nós” eclesial. |
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