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A Igreja Católica e o Movimento Ecuménico : da Conferência de Edimburgo ao II Concílio do Vaticano : 1910-1965

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O aparecimento do Movimento Ecuménico em 1910, em meio protestante, é fruto do desejo de unidade entre cristãos de várias Confissões, nos finais do século XIX e princípios do século XX. A divisão dos cristãos, escândalo para o mundo que compromete a credibilidade da mensagem evangélica, despertou neles a urgência do diálogo para derrubarem as barreiras da divisão, de modo a concentrarem-se no anúncio do único e mesmo Senhor Jesus Cristo. A Igreja católica apresentou algumas dificuldades em reconhecer o Movimento Ecuménico Moderno e, por isso, inicialmente teve uma atitude oficial de resistência. Paulatinamente, foi percorrendo um caminho de abertura, ainda que lentamente, ao longo dos vários pontificados. Porém, surgiram no seio da Igreja católica algumas personalidades que foram pioneiras na causa ecuménica, que perceberam a urgência do ecumenismo e, neste sentido, desenvolveram iniciativas particulares que contribuíram para a construção e consolidação das bases ecuménicas dentro do catolicismo. Só a partir do II Concílio do Vaticano, nomeadamente com o Decreto Unitatis Redintegratio, é que a Igreja católica mostrou uma nova atitude perante o Movimento Ecuménico Moderno e procurou, num espírito de renovação, uma nova fundamentação relativamente à práctica do ecumenismo.
Autores principais:Beato, André Filipe Gomes
Assunto:Movimento Ecuménico Ecumenismo Igreja Católica Atitude católica Posições do Magistério II Concílio do Vaticano Decreto do Ecumenismo Unitatis Redintegratio Igrejas e comunidades eclesiais Ecumenical Movement Ecumenism Catholic Church Catholic attitude Magisterial stands Catholic Pioneers Second Vatican Council Decree on Ecumenism Unitatis Redintegratio Churches and ecclesial communities
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:O aparecimento do Movimento Ecuménico em 1910, em meio protestante, é fruto do desejo de unidade entre cristãos de várias Confissões, nos finais do século XIX e princípios do século XX. A divisão dos cristãos, escândalo para o mundo que compromete a credibilidade da mensagem evangélica, despertou neles a urgência do diálogo para derrubarem as barreiras da divisão, de modo a concentrarem-se no anúncio do único e mesmo Senhor Jesus Cristo. A Igreja católica apresentou algumas dificuldades em reconhecer o Movimento Ecuménico Moderno e, por isso, inicialmente teve uma atitude oficial de resistência. Paulatinamente, foi percorrendo um caminho de abertura, ainda que lentamente, ao longo dos vários pontificados. Porém, surgiram no seio da Igreja católica algumas personalidades que foram pioneiras na causa ecuménica, que perceberam a urgência do ecumenismo e, neste sentido, desenvolveram iniciativas particulares que contribuíram para a construção e consolidação das bases ecuménicas dentro do catolicismo. Só a partir do II Concílio do Vaticano, nomeadamente com o Decreto Unitatis Redintegratio, é que a Igreja católica mostrou uma nova atitude perante o Movimento Ecuménico Moderno e procurou, num espírito de renovação, uma nova fundamentação relativamente à práctica do ecumenismo.