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Perceção e adesão a campanhas de sensibilização contra a Covid-19 : um estudo de caso comparativo da Direção-Geral da Saúde e do Serviço Nacional de Saúde

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O surto pandémico da covid-19 que o mundo tem vivido nos últimos dois anos, tem levado várias organizações de saúde a implementar por meio de campanhas de sensibilização formas de educar a população a proteger-se, evitar o contágio e proliferação do vírus. Em Portugal organizações como a Direção-Geral de Saúde (DGS) e o Serviço Nacional de Saúde (SNS), também têm trabalhado nesse sentido para educar e incentivar o público a aderir as medidas de prevenção por meio de campanhas de sensibilização. O objetivo da presente dissertação é o de avaliar a perceção e a adesão do público português relativamente as campanhas de sensibilização contra a covid-19 lançadas nos meses de novembro e dezembro de 2020 respetivamente, numa fase em que o país se encontrava num período de desconfinamento. Pretende-se também compreender se a perceção que o público teve sobre as campanhas os influenciou a aderir as medidas de prevenção. Para esta investigação foi desenvolvido um estudo de caso comparativo, recorrendo a um método misto, que consistiu em entrevistas exploratórias a dois profissionais da área de comunicaçao da DGS e um inquérito por questionário com questões sobre as duas campanhas de sensibilização lançadas respetivamente pela DGS e SNS direcionadas ao público português no geral. Os resultados obtidos nesta investigação, indicam que a perceção do público relativamente as duas campanhas de sensibilização os influenciou a mudar de comportamento e a aderir as medidas de prevenção. Deste modo reconhecem-se que as campanhas ajudaram o público a manter os hábitos relativos ao uso das medidas de prevenção aprendidos antes e durante as campanhas, embora existam casos em que indivíduos afirmam não terem sido influenciados por elas por sempre terem respeitado e seguido as medidas de prevenção antes mesmo do surgimento das campanhas.
Autores principais:Luzitu, Isabel Miezi
Assunto:Pandemia Covid-19 Campanhas de sensibilização Comunicação em saúde Comunicação estratégica Comunicação de risco Covid-19 pandemic Awareness campaigns Health communication Strategic communication Risk communication
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:O surto pandémico da covid-19 que o mundo tem vivido nos últimos dois anos, tem levado várias organizações de saúde a implementar por meio de campanhas de sensibilização formas de educar a população a proteger-se, evitar o contágio e proliferação do vírus. Em Portugal organizações como a Direção-Geral de Saúde (DGS) e o Serviço Nacional de Saúde (SNS), também têm trabalhado nesse sentido para educar e incentivar o público a aderir as medidas de prevenção por meio de campanhas de sensibilização. O objetivo da presente dissertação é o de avaliar a perceção e a adesão do público português relativamente as campanhas de sensibilização contra a covid-19 lançadas nos meses de novembro e dezembro de 2020 respetivamente, numa fase em que o país se encontrava num período de desconfinamento. Pretende-se também compreender se a perceção que o público teve sobre as campanhas os influenciou a aderir as medidas de prevenção. Para esta investigação foi desenvolvido um estudo de caso comparativo, recorrendo a um método misto, que consistiu em entrevistas exploratórias a dois profissionais da área de comunicaçao da DGS e um inquérito por questionário com questões sobre as duas campanhas de sensibilização lançadas respetivamente pela DGS e SNS direcionadas ao público português no geral. Os resultados obtidos nesta investigação, indicam que a perceção do público relativamente as duas campanhas de sensibilização os influenciou a mudar de comportamento e a aderir as medidas de prevenção. Deste modo reconhecem-se que as campanhas ajudaram o público a manter os hábitos relativos ao uso das medidas de prevenção aprendidos antes e durante as campanhas, embora existam casos em que indivíduos afirmam não terem sido influenciados por elas por sempre terem respeitado e seguido as medidas de prevenção antes mesmo do surgimento das campanhas.