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Práticas disciplinares parentais : perceções e práticas dos profissionais de saúde infantil

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo exploratório pretende analisar as crenças e perceções dos profissionais de saúde acerca das práticas disciplinares parentais em crianças dos três aos seis anos. Participaram 11 profissionais de saúde, nomeadamente, médicos e enfermeiros de família com diferentes graus de experiência, de unidades dos Cuidados de Saúde Primários do distrito do Porto. Utilizando-se uma metodologia qualitativa, os dados foram recolhidos através de uma entrevista semiestruturada que nos permitiu aceder à experiência individual e clínica dos profissionais acerca desta problemática, possibilitando uma maior sensibilidade para as interpretações e significações atribuídas aos fenómenos em análise. Os resultados parecem apontar para um tipo de aconselhamento baseado em experiência adquirida mais do que em evidência. A maioria dos participantes reprova o uso de práticas disciplinares coercivas, no entanto, observa-se, ainda, a legitimação destas práticas pelos restantes. No momento atual, os resultados alertam para a necessidade de intervenção e apoio na formação destes profissionais.
Autores principais:Pinho, Mariana Ribeiro
Assunto:Práticas disciplinares parentais Aconselhamento Cuidados de saúde primários Idade pré-escolar Formação de profissionais Parental disciplinary practices Counselling Primary health care settings Preschoolers Training of professionals
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:O presente estudo exploratório pretende analisar as crenças e perceções dos profissionais de saúde acerca das práticas disciplinares parentais em crianças dos três aos seis anos. Participaram 11 profissionais de saúde, nomeadamente, médicos e enfermeiros de família com diferentes graus de experiência, de unidades dos Cuidados de Saúde Primários do distrito do Porto. Utilizando-se uma metodologia qualitativa, os dados foram recolhidos através de uma entrevista semiestruturada que nos permitiu aceder à experiência individual e clínica dos profissionais acerca desta problemática, possibilitando uma maior sensibilidade para as interpretações e significações atribuídas aos fenómenos em análise. Os resultados parecem apontar para um tipo de aconselhamento baseado em experiência adquirida mais do que em evidência. A maioria dos participantes reprova o uso de práticas disciplinares coercivas, no entanto, observa-se, ainda, a legitimação destas práticas pelos restantes. No momento atual, os resultados alertam para a necessidade de intervenção e apoio na formação destes profissionais.