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O rosto da ecologia integral : contributos para o despertar da consciência ecológica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação visa a aproximação a uma das temáticas da atualidade social e religiosa, a sustentabilidade daquilo que é comum, a terra, os recursos, o ambiente. Fruto de práticas irresponsáveis do ser humano, a deterioração dos ecossistemas tem agravado com o decorrer dos anos. Ao mesmo tempo, o indivíduo parece desprezar as consequências nocivas dos seus comportamentos desregrados para o planeta. A criação tem sofrido com uma exploração galopante devido a um progresso científico e tecnológico vertiginoso, diante do qual o sujeito não dispõe de tempo para ponderar os efeitos, nem tão pouco para controlar a sucessão dos acontecimentos. A autossuficiência é o grande motor deste círculo vicioso. Assim, ao longo dos três capítulos deste trabalho pretende-se despertar para uma melhor consciência ecológica. Para isso, procura-se compreender a origem da imprecisão humana e, refletindo acerca das principais intervenções do magistério da Igreja sobre a questão em causa, enunciar modos de promover a sustentabilidade da criação e a dignidade das criaturas. Procurar o bem comum é respeitar os dinamismos de cada ser, assumindo-os como parte constituinte dos ecossistemas, e não fazendo deles nossa propriedade. Aí reside a autêntica conversão ecológica.
Autores principais:Machado, Emanuel de Jesus Antunes
Assunto:Ecologia Progresso Despotismo Terra Criaturas Casa- Comum Cuidar Sustentabilidade Conversão Compromisso Teodiceia Ecology Progress Despotism Earth Creatures House Common Care Sustainability Conversion Commitment Theodicy
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:Esta dissertação visa a aproximação a uma das temáticas da atualidade social e religiosa, a sustentabilidade daquilo que é comum, a terra, os recursos, o ambiente. Fruto de práticas irresponsáveis do ser humano, a deterioração dos ecossistemas tem agravado com o decorrer dos anos. Ao mesmo tempo, o indivíduo parece desprezar as consequências nocivas dos seus comportamentos desregrados para o planeta. A criação tem sofrido com uma exploração galopante devido a um progresso científico e tecnológico vertiginoso, diante do qual o sujeito não dispõe de tempo para ponderar os efeitos, nem tão pouco para controlar a sucessão dos acontecimentos. A autossuficiência é o grande motor deste círculo vicioso. Assim, ao longo dos três capítulos deste trabalho pretende-se despertar para uma melhor consciência ecológica. Para isso, procura-se compreender a origem da imprecisão humana e, refletindo acerca das principais intervenções do magistério da Igreja sobre a questão em causa, enunciar modos de promover a sustentabilidade da criação e a dignidade das criaturas. Procurar o bem comum é respeitar os dinamismos de cada ser, assumindo-os como parte constituinte dos ecossistemas, e não fazendo deles nossa propriedade. Aí reside a autêntica conversão ecológica.