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Vivência psicológica da gravidez após sucesso das técnicas da procriação medicamente assistida

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo teve como objetivo geral conhecer as características da vivência da gravidez, nos homens e nas mulheres, após sucesso das técnicas de procriação medicamente assistida (PMA), nomeadamente quanto à relação conjugal, psicopatologia e dimensões da vivência psicológica da gravidez. A amostra deste estudo é constituída por 22 casais, apresentado um total de 44 indivíduos, com idades compreendidas entre os 30 e os 47 anos. Os instrumentos utilizados na recolha dos dados foram a Escala de Atitudes sobre a Gravidez e a Maternidade, a Escala de Atitudes sobre a Gravidez e a Paternidade, a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão e a Escala Revista de Ajustamento Diádico. Os resultados obtidos sugerem que existem diferenças significativas relativamente às atitudes sobre a gravidez e maternidade/paternidade das mulheres e dos homens que recorreram à PMA com as da amostra padrão. Os resultados dos dois últimos instrumentos indicam que não há diferenças significativas entre os géneros da amostra do estudo relativamente aos níveis de ansiedade, depressão e ajustamento diádico. Apesar disso foi possível verificar a existência de ansiedade em 27.3% das mulheres e em 9.1% dos homens. Relativamente à depressão não se verificou a sua existência em nenhum dos indivíduos da amostra do estudo.
Autores principais:Rocha, Teresa Pinto Bernardo Moura da
Assunto:Infertilidade Gravidez Procriação medicamente assistida Depressão Ansiedade Relação conjugal Infertility Pregnancy Medically assisted reproduction Anxiety Depression Marital relationship
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Católica Portuguesa
Idioma:português
Origem:Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Descrição
Resumo:Este estudo teve como objetivo geral conhecer as características da vivência da gravidez, nos homens e nas mulheres, após sucesso das técnicas de procriação medicamente assistida (PMA), nomeadamente quanto à relação conjugal, psicopatologia e dimensões da vivência psicológica da gravidez. A amostra deste estudo é constituída por 22 casais, apresentado um total de 44 indivíduos, com idades compreendidas entre os 30 e os 47 anos. Os instrumentos utilizados na recolha dos dados foram a Escala de Atitudes sobre a Gravidez e a Maternidade, a Escala de Atitudes sobre a Gravidez e a Paternidade, a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão e a Escala Revista de Ajustamento Diádico. Os resultados obtidos sugerem que existem diferenças significativas relativamente às atitudes sobre a gravidez e maternidade/paternidade das mulheres e dos homens que recorreram à PMA com as da amostra padrão. Os resultados dos dois últimos instrumentos indicam que não há diferenças significativas entre os géneros da amostra do estudo relativamente aos níveis de ansiedade, depressão e ajustamento diádico. Apesar disso foi possível verificar a existência de ansiedade em 27.3% das mulheres e em 9.1% dos homens. Relativamente à depressão não se verificou a sua existência em nenhum dos indivíduos da amostra do estudo.