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Salvar la fe, restaurar la monarquía. La defensa de la Inquisición en Marcelino Menéndez Pelayo: una mirada comparada entre política e historiografía
| Resumo: | Nas últimas décadas do século XIX, à sombra da Restauração monárquica, defender a Inquisição significava salvar a tradição católica e consolidar a monarquia. Dentro dessa linha interpretativa destaca-se a obra sobre os heterodoxos espanhóis (1880-1882) de Marcelino Menéndez Pelayo (1856-1912), que alcançou um elevado grau de erudição e atenção crítica. Para muitos intelectuais e historiadores europeus e não europeus, apesar das suas distintas filiações ideológicas e confessionais, a obra Heterodoxos acabou por ser uma referência essencial. A análise de alguns fragmentos desta obra, da formação do seu autor e de alguns exemplos de relações nacionais e internacionais mantidas pelo polígrafo cantábrico, são o tema deste artigo, que se insere no diálogo historiográfico comparativo do qual é objeto o presente dossiê. |
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| Autores principais: | Cicerchia, Andrea |
| Assunto: | Inquisição Monarquia Heterodoxos Política Religião Heterodox Inquisition Monarchy Politics Religion |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Católica Portuguesa |
| Idioma: | espanhol |
| Origem: | Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa |
| Resumo: | Nas últimas décadas do século XIX, à sombra da Restauração monárquica, defender a Inquisição significava salvar a tradição católica e consolidar a monarquia. Dentro dessa linha interpretativa destaca-se a obra sobre os heterodoxos espanhóis (1880-1882) de Marcelino Menéndez Pelayo (1856-1912), que alcançou um elevado grau de erudição e atenção crítica. Para muitos intelectuais e historiadores europeus e não europeus, apesar das suas distintas filiações ideológicas e confessionais, a obra Heterodoxos acabou por ser uma referência essencial. A análise de alguns fragmentos desta obra, da formação do seu autor e de alguns exemplos de relações nacionais e internacionais mantidas pelo polígrafo cantábrico, são o tema deste artigo, que se insere no diálogo historiográfico comparativo do qual é objeto o presente dossiê. |
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