Author(s):
Queiroz, João ; Calado, Margarida ; Pessanha, Ana Maria Araújo ; Leal, Alda Maria Encarnação Rodrigues ; Barbosa Moreira, Francisco Edilberto ; Vitelli, Celso ; Frazão, Carla Maria Reis Vieira ; Frade, Marta ; Marques, Carla Maria Costa Ângelo Metello ; Gil, Carla Marina Fernandes ; Delgado, Mariana ; Barbosa De Oliveira, Mariza ; Monego, Sónia ; Contino, Susana ; Martelli, Susana ; Barbera, Flávia ; Vieira, Mariana Perry da Câmara ; Rito, Cristina Luísa Miranda ; Burset, Silvia ; Bosch, Emma ; Duarte, Luísa ; Albuquerque, Isabel ; Barros, Luísa Cristina Dauphinet ; Morán, Margarida Paula Botelho Alexandre
Date: 2016
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10451/50900
Origin: Repositório da Universidade de Lisboa
Subject(s): Arte; Estudo e Ensino; Periódicos
Description
A educação artística passa por circunstâncias paradoxais, que se originam na sua essencialidade plástica: o desenho cada vez é menos praticado no papel e cada vez é mais praticado no ecrã. A experiência plástica do corpo a corpo, da “afinidade” através da convenientia, da aemulatio, da analogia, e das simpatias (Foucault), pode já ser cada vez mais reduzida, ou mesmo residual. Hoje a experiência digital antecede a experiência analógica desde a mais tenra idade, e este é um novo contexto que nos mostra águas desconhecidas. Haverá uma “fraqueza analógica” contemporânea? Como fundar uma experiência quando o digital já quase antecede o analógico, na educação e no desenvolvimento da criança?Como compreender o desconhecido com base no desconhecido? Diga-se, no mínimo, que em Educação Artística, a Matéria-Prima complicou-se. Os 18 artigos aqui presentes dão um contributo vivo para uma reflexão, tanto sobre a sua operacionalização como sobre a sua concetualização, atenta às contradições e paradoxos, disponível para os novos contributos, as novas intervenções.